O MEDO QUE A ELITE TEM DO POVO É MOSTRADO AQUI

A Universidade de Coimbra justificou da seguinte maneira o título de Doutor Honoris Causa ao cidadão Lula da Silva: “a política transporta positividade e com positividade deve ser exercida. Da poesia para o filósofo, do filósofo para o povo. Do povo para o homem do povo: Lula da Silva”

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segunda-feira, 18 de outubro de 2010

GLOBO E FHC VENDEM O BRASIL EM FOZ DO IGUAÇU

GLOBO E FHC VENDEM O BRASIL EM FOZ DO IGUAÇU


Laerte Braga


O Hotel das Cataratas em Foz do Iguaçu está abrigando um dos mais sórdidos negócios de toda a história recente do Brasil. Fernando Henrique Cardoso e cento e cinqüenta empresários estrangeiros estão acertando os ponteiros para a venda do País caso José FHC Serra seja eleito presidente da República.

O encontro é patrocinado pela GLOBO através de Raphael Eckmamm, da GLOBOSAT e está cercado de toda a segurança possível para evitar vazamentos. Em troca da venda da PETROBRAS, do BANCO DO BRASIL e de ITAIPU, o ex-presidente está pedindo um volume maior de contribuição dos empresários, pressão sobre seus parceiros brasileiros e garantindo que a mídia privada deve provocar falsos escândalos contra Dilma e Lula até o dia das eleições para intimidar e coagir o eleitorado brasileiro.

O encontro é desdobramento da ação do governo dos EUA temeroso que a eleição de Dilma Roussef mantenha a política externa independente do governo Lula e as opções feitas pelo Brasil nos últimos oito anos, em desacordo com as políticas de dominação que os EUA impõem a países latino-americanos como a Colômbia.


Serra: o homem que distorce o canto do galo

Por Ana Helena Tavares(*)

Minas é uma terra de muitos galos. E isso pode ser decisivo para o resultado das eleições presidenciais. No debate de ontem, da Rede TV!, José Serra se vangloriou de ter ao seu lado na campanha o ex-presidente Itamar Franco, “um homem íntegro”, garantiu. Minas é a terra onde “se come quieto”. José Serra, porém, ainda não aprendeu esta arte.

Tivesse ficado calado teria tido mais sucesso do que com a montoeira de lorotas que conseguiu dizer em tão curto espaço de tempo. Começou batendo no peito para dizer que foi o autor do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador), na Constituinte de 88. É emblemático que Serra tenha a cara-de-pau de dizer isso, quando o DIAP (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar) acaba de soltar nota reprovando a participação dele como deputado constituinte. Uma atuação que, na presidência, destruiria os avanços dos movimentos sociais e os direitos trabalhistas arduamente alcançados pelo povo brasileiro.

Mas apropriação indébita, falsidade ideológica e charlatanismo são coisas das quais ele entende. Justiça seja feita. Basta dizer que está sendo processado, dentre outras coisas, por se registrar no TSE como possuidor de um diploma que ninguém viu: economia. O que se viu foi ele errar conta de porcentagem na frente de criancinhas. Muito gosta de se dizer o “pai disso, pai daquilo”. Seqüestrou para si o filho legítimo de Jamil Haddad: o medicamento genérico. E agora vem a público seqüestrar o filho de Jorge Uequed: o FAT. É um sentimento paternal digno de comoção.

Vídeo: Marchinha da Dilma



Sátira da política tucana. Marchinha de autoria do compositor mineiro Flávio Henrique.

O apelo de um padre do sertão nordestino

Como cidadão, católico e nordestino, que convive com os sertanejos sofridos, digo com muita convicção e honestidade: o governo Lula, com sua política de erradicação da miséria, vem proporcionando bem-estar, como nunca visto, para essa gente sofrida. Sou testemunha ocular. Quanta melhora na vida deste povo nordestino, deste povo paraibano! Convivendo com os sertanejos deste pedaço de chão nordestino, sertão paraibano, percebo a grande mudança na sua vida social, econômica e cultural.

Por Padre Djacy Brasileiro*, na Carta Maior

Sou sertanejo, morando no sertão nordestino, tendo como companhias a seca com suas tristes conseqüências, um sol causticante, um calor fora do
normal, e um povo que a toda hora clama por pão, água, dignidade, e vida
em abundância. Sabendo o que é sofrimento, sentindo na pele as agruras dos sertanejos paraibanos, exponho o seguinte:

Como cidadão, católico e nordestino, que convive com os sertanejos
sofridos, digo com muita convicção e honestidade: o governo Lula, com sua
política de erradicação da miséria, vem proporcionando bem-estar, como
nunca visto, para essa gente sofrida. Sou testemunha ocular. Quanta
melhora na vida deste povo nordestino, deste povo paraibano!

Deu na Folha de S. Paulo: Dilma é garantia do processo democrático

Acreditem vocês o texto abaixo foi publicado pela Folha de S. Paulo de ontem, 17 de Outubro de 2010.

Dilma é garantia do processo democrático

Por Giuseppe Cocco*

É só no governo de Dilma que poderemos continuar lutando para transformar o crescimento em um outro tipo de desenvolvimento

O medíocre desempenho eleitoral de José Serra nesse primeiro turno é consequência do esgotamento do discurso tecnocrático que, durante a breve hegemonia da macroeconomia neoliberal, tinha funestamente reanimado os mornos interesses das elites brasileiras.

Por trás da hipocrisia deslavada (até com a demonização dos direitos das mulheres), só resta a linguagem insensata do fundamentalismo economicista: o Brasil é um “custo” a ser “cortado”. É a apologia dos meios (cortes dos custos) contra os fins (todos os brasileiros).

A vitória parcial, mas expressiva, de Dilma Rousseff contém muitos dos elementos inovadores desses oito anos de governo Lula: distribuição de renda, políticas culturais, democratização do ensino superior, formidável criação de empregos formais, demarcação das reservas indígenas e, enfim, uma política externa autônoma.

Anistia Internacional: Não Deixemos Estragar o PNDH3!

 Carlos Alberto Lungarzo
Anistia Internacional 2152711
Em maio desse ano, o governo brasileiro mudou alguns itens no excelente Programa Nacional de Direitos Humanos número 3, que seria um motivo de orgulho para o Brasil a escala mundial se pudesse ser implementado corretamente e sem mutilações.
Esta mudança parece ser o resultado de uma posição temerosa, frente a setores obscuros, conservadores, trogloditas e incivilizados que mantém domínio no país desde a ditadura militar. Esse temor é entendível, porque os inimigos são muito poderosos: têm dinheiro, armas, possuem a mídia, e conseguem manipular a fé inocente de milhões de pessoas bem intencionadas.
Mas o objetivo de um governo popular e democrático não pode ser fugir dos inimigos, mas de estar junto a população para ajudar a crescer, a adquirir conhecimento, a proteger-se de seus exploradores, e para conseguir que a sociedade atinja um nível aceitável de civilização.

Brasil, ódio ou esperança


Brasil, Ódio ou Esperança

A candidatura Serra é um projeto que representa o aborto do futuro de um Brasil mais justo, solidário e soberano, que começou a ser construído por Lula/Dilma.

Foto: José Cruz / Abr
Por Aloizio Mercadante, senador, (excelente texto, recebi por e-mail do diretório do PT-SP)

A candidatura Serra assumiu de vez e irreversivelmente a feição de uma direita anacrônica, reacionária e intolerante. Cada vez mais, atrai o que há de pior na política nacional: fundamentalistas religiosos, membros da TFP e da Opus Dei e até mesmo nos ataques do submundo da internet indivíduos que pertenceram à juventude nazista e aos órgãos de repressão da ditadura. Virou uma espécie de Tea Party tupiniquim, uma UDN paulista, que julga ser sua missão salvar o país daqueles que vêm mudando a injusta ordem política e social do Brasil. É uma candidatura que exala o ressentimento de uma velha elite que vê alarmada a ascensão de novas forças sociais, que perdeu o poder e tenta reconquistá-lo a qualquer custo. A candidatura Serra é a candidatura do ódio.

Não adianta apelar para a biografia da juventude do candidato. Uma candidatura é uma construção coletiva. O que interessa é o quê e quem ela representa. E a candidatura Serra representa os interesses dos setores mais conservadores e reacionários do espectro político brasileiro, bem como de parcelas antigas da classe média que não absorveram bem a ascensão de milhões de pobres ao mercado de consumo e à cidadania. Ela também tem um forte componente regional, pois é muito centrada no Sudeste, especialmente em São Paulo, estado que vem perdendo hegemonia política e econômica, exatamente pela falta de sincronia com as mudanças estruturais que deram um novo dinamismo ao Brasil a partir do governo Lula.

A candidatura Serra representa retrocessos significativos na vida política do país.

O presente que Serra deu aos professores (charge do Bira)

O país que descobriu a democracia agora descobre o PIG

Pessoal, olha que legal... A charge do companheiro Carlos Latuff, sobre o nosso velho conhecido PIG (Partido da Imprensa Golpista), publicada aqui no QTML? anteriormente, saiu no jornal grego Dromos. Parabéns, Latuff!

A Petrobras e o Pré-Sal


 Uma das coisas importantes que estão em jogo nesta eleição, é a
escolha da continuação da política do Lula de defesa do patrimônio
brasileiro, representada pela candidata Dilma (13), contra a continuação do
governo FHC, representado pela candidatura de Serra, que foi ministro de FHC por todo o seu governo, e segundo o próprio FHC, o maior defensor da
privataria.

Por Sonia Montenegro (*)


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