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A Universidade de Coimbra justificou da seguinte maneira o título de Doutor Honoris Causa ao cidadão Lula da Silva: “a política transporta positividade e com positividade deve ser exercida. Da poesia para o filósofo, do filósofo para o povo. Do povo para o homem do povo: Lula da Silva”

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quinta-feira, 7 de abril de 2011

Kadafi e o toque da trombeta da cavalaria americana


Kadafi e o toque da trombeta da cavalaria americana

Por Raul Longo (*)

Enviado pela poeta Maura Soares, segue uma análise para melhor compreensão das razões do ataque a Kadafi ou Gaddaf, antecedida por lembranças de exemplos históricos a serem considerados para a resposta de uma questão: quando os EUA promoveram alguma ofensiva de real interesse humanitário ou por alguma causa de fato justa ou justificável? Quando realmente se preocuparam em salvar vidas de civis?
Pearl Harbor é o primeiro exemplo que surge quando se ignora que os serviços de espionagem alemães não apenas tinham informações de possível rompimento da omissão estadunidense aos ataques nazistas na Europa, alguns efetivados por artefatos da indústria bélica norte americana e com investimento de instituições financeiras daquele país; como também sabiam que o conflito europeu seria usado como justificativa para a destruição das maiores cidades japonesas a partir da base militar de Pearl Harbor.
Alguns analistas da época, inclusive pela imprensa, exortavam a esse ataque como estratégia de domínio do extremo asiático para, pelo flanco oriental, se auxiliar Hitler contra o então considerado verdadeiro inimigo dos Estados Unidos: a U.R.S.S, com a qual o governo japonês mantinha acordo de neutralidade.
O ataque japonês à Pearl Harbor não foi uma precipitação, mas uma defesa prévia. De toda forma improfícua, pois o plano de ataque às maiores cidades japonesas foi consumado em 1945. Por seis meses os Estados Unidos destruíram 67 cidades. Só no  bombardeio à Tóquio em março de 45 o saldo foi mais de 100 mil mortos. Ao longo de três anos e meio desde Pearl Harbor, incluindo os combates em Europa, os Estados Unidos perderam durante todo o conflito 200 mil vidas.
Em Julho de 45, frente ao pedido de rendição do Japão, Henry Trumann fez redigir a Declaração de Potsdam que dobrava o inimigo à total subserviência. O governo japonês negociava termos mais honrosos quando em 6 de agosto o Enola Gay (nome da mãe do piloto do avião) despejou a “Little Boy” sobre Hiroshima, matando 80 mil pessoas instantaneamente. Eram as primeiras horas da manhãs e muitos pequenos garotos e garotas deixavam suas casas para ir à escola. Sobreviventes deste primeiro momento vieram a morrer ao longo dos anos futuros por contaminação nuclear e os de melhor sorte procriaram gerações de aleijões e doentes incuráveis.
A debilidade do Japão incentivou Stálin à quebra do acordo de neutralidade com o país e a meia noite do dia 9 de agosto as forças russas invadiram a Manchúria. Menos de 12 horas depois 80 mil vidas foram exterminadas em Nagasaki, como advertência ao líder soviético sobre o poder destrutivo dos Estados Unidos.
Entre Hiroshima e Nagasaki foram extintos diversos militares aliados ali mantidos como prisioneiros de guerra, por cuja liberdade o imperador japonês apostava no abrandamento dos termos de rendição impostos por Trumann. Esses oficiais também vitimados pelo bombardeio atômico em maioria eram estadunidenses, mas também havia britânicos, holandeses e australianos.
Para o Primeiro Ministro Britânico, Winston Churchill: “Seria errado supor que o destino do Japão tenha sido determinado pela bomba atômica.”
Para o General MacArthur, comandante das Tropas Aliadas  no Pacífico: “Não havia nenhuma necessidade militar de empregar a bomba atômica em 1945.”
Para Leo Szilard, um dos cientistas responsáveis pela criação da Bomba Atômica: “Se tivessem sido os alemães a lançar bombas atómicas sobre cidades ao invés de nós, teríamos considerado esse lançamento como um crime de guerra e sentenciado à morte e enforcado os alemães considerados culpados desse crime.”
Para as investigações promovidas pelos próprios Estados Unidos, as conclusões finais publicadas na United States Strategic Bombing Survey: “... o Japão ter-se-ia rendido mesmo se as bombas atômicas não tivessem sido lançadas, mesmo se a Rússia não tivesse entrado na guerra e mesmo se a invasão não tivesse sido planejada."
Com esta memória e lembrando das armas químicas de Sadam Husein, fica mais fácil compreender a matéria abaixo.
*Raul Longo é jornalista, escritor e poeta. Mora em Florianópolis (SC), onde mantém a pousada "Pouso Poesia". É colaborador do blog "Quem tem medo do Lula?".


Os “heróis” de Benghazi e as mentiras e omissões da mídia grande

23/03/2011

(Chico Villela)
Thomas C. Mountain é ativista pela paz e editor. Em 1987 foi membro da I Delegação de Paz enviada pelos EUA à Líbia. Boa parte de sua vida foi passada na região, em missões na Eritréia, Somália etc. Há cerca de 25 anos acompanha os acontecimentos líbios e da região. Assim, Mountain coloca na mesa questões que aclaram muito além da falsificação da mídia grande que, agora, clama ser Gaddafi um ditador sanguinário e os resistentes, heróis no combate pela liberdade. Nem Gaddafi sempre foi execrável, nem os resistentes são anjos do bem.
Um ano antes, em abril de 1986, os EUA haviam bombardeado o complexo residencial de Gaddafi em Tripoli, ferido familiares e matado sua filha adotiva de 15 anos. Haviam bombardeado também um complexo residencial civil afastado de qualquer base militar, matando muitos moradores, a maioria crianças. Mountain cita que domingo dia 20 de março passado assistiu na TV a uma família líbia enterrando sua filha de três anos, morta pelos ataques dos EUA iniciados no sábado.
O coronel Muammar al-Gaddafi subiu ao poder na liderança partilhada com outros de um golpe que depôs o rei Idris, único da história líbia, que reinou de 1951 a 1969. Idris pouco antes havia passado o poder ao filho, por razão de doença. Aliado do Ocidente na Segunda Guerra, colocou os poços de petróleo à disposição do Reino Unido e dos EUA, país que também mantinha uma base aérea próximo a Trípoli, sem compensações vantajosas ao país, o que acirrava os ânimos dos nacionalistas. Sua capital era Benghazi, maior cidade da Cirenaica, região em que reinava; a Líbia atual abrange mais duas regiões.
golpe de Gaddafi expulsou as petroleiras britânicas e outras do país e nacionalizou o petróleo. De família tradicional, Gaddafi à época posava como um entre os vários nacionalistas  que haviam se espelhado no coronel egípcio Gamal Abdel Nasser, criador e inspirador do pan-arabismo. Apoiou movimentos e grupos contrários a monarquias e à presença ocidental. Radical islâmico, implantou medidas como fechamento de bordéis e proibição de jogos e bebidas alcoólicas.
Gaddafi, a par de seu apoio a grupos extremistas nacionais e do exterior, como os Black Panthers dos EUA, e de seu ódio a Israel, foi responsável por muitos avanços sociais no país. Em nome do ‘socialismo árabe’, posteriormente transformado em doutrina própria, colocou as rendas do petróleo a serviço da população, promoveu as mulheres, expandiu o sistema educacional e implantou sistema de saúde considerado dos melhores entre os países árabes. Isso explica o grande apoio que ainda tem no país.
Hoje a Líbia é um dos países em desenvolvimento mais bem classificados. No ranking do IDH, situa-se na posição 53, o que a coloca na primeira posição entre os países africanos e acima de Rússia (65), Brasil (73) e Tunísia (81). A expectativa de vida cresceu incríveis 20 anos durante o longo regime de Gaddafi.
Por ocasião da invasão do Iraque, Gaddafi guinou para o lado do Ocidente e reaproximou-se dos EUA, e abandonou seu apoio a terroristas e suas pretensões nucleares. Passou, assim, a ser tolerado, mas nunca foi considerado verdadeiro aliado dos EUA e seus parceiros, embora tenha aberto as portas do país para dezenas de corporações estrangeiras. E, como é natural em quem exerce o poder por longo tempo, aos poucos aprofundou suas arbitrariedades de ditador e exerceu forte repressão contra seus próprios dissidentes, tendo sofrido golpes e sido ferido numa tentativa de assassinato.
Mas, para Mountain, apenas isso não é suficiente para explicar a resistência dos atuais dissidentes, principalmente os mais celebrados, de Benghazi, onde se iniciou a revolta. Mountain anota que nenhuma mídia grande do mundo toca num espinhoso assunto: Benghazi , por ser um ponto do continente africano próximo da Europa, tornou-se de uns quinze anos para cá o “epicentro da migração africana para a Europa”, da ordem de cerca de 1 mil por dia.
Mountain: “A indústria de tráfico humano, um dos mais selvagens e desumanos negócios do planeta, cresceu para cerca de 1 bilhão de dólares anuais em Benghazi. Uma grande, viscosa máfia do submundo deitou fundas raízes em Benghazi, emprega milhares em várias atividades e corrompe a polícia e líbia e funcionários do governo. Foi apenas no ano passado que o governo líbio, com apoio da Itália [destino de boa parte dos migrantes], finalmente adquiriu controle desse câncer.
“Com seu meio de vida destruído e muitos dos seus líderes na prisão, a máfia do tráfico humano tem estado à frente em financiar e apoiar a rebelião líbia. Muitas das gangues de tráfico e outros elementos lumpen de Benghazi são conhecidos por pogroms racistas contra trabalhadores africanos de fora, enquanto na década passada eles regularmente roubavam e assassinavam africanos em Benghazi e seus arredores. Desde que a rebelião estourou em Benghazi, algumas centenas de trabalhadores sudaneses, somalis, etíopes e eritreus têm sido roubados e assassinados pelas milícias racistas rebeldes, fato bem omitido pela mídia internacional.
“Benghazi tem sido também um bem conhecido centro de extremismo religioso. Fanáticos líbios que passaram algum tempo no Afeganistão concentram-se lá e um certo número de células terroristas tem realizado bombardeios e assassinatos de funcionários governamentais nas últimas duas décadas. Uma célula, auto-intitulada Grupo Islâmico Guerreiro, declarou-se afiliado à Al Qaeda em 2007. Essas células foram as primeiras a empunhar armas contra o governo líbio”.
Outro problema apontado por Mountain é que os jovens educados nas escolas líbias recusam trabalhos considerados ‘sujos’, exatamente como os cidadãos dos EUA, que empregam nesses gêneros de trabalho os ‘chicanos’ latino-americanos. Assim, o desemprego é mais grave ainda entre a juventude líbia, e os trabalhadores desqualificados de outros países africanos enfrentam oposição. Exatamente como os imigrantes latino-americanos são vistos por grupos de direita dos EUA como o Tea Party. O ócio forçado leva muitos jovens líbios para álcool e drogas.
A primeira medida dos rebeldes de Benghazi foi invadir as prisões de segurança máxima e libertar seus chefes, e assim passou-se a atacar contingentes e órgãos do governo. À parte Mountain, deve-se ter em  mente que no Kosovo os EUA e a OTANcolocaram no poder os chefes da máfia e do tráfico regional, e que Hashin Thaçi, o homem no poder, é hoje acusado por corte da União Européia até mesmo de assassinar prisioneiros e adversários para traficar órgãos humanos.
O apoio de grande parte da população líbia ao ditador Gaddafi levou os EUA e alguns membros sempre fiéis da OTAN a atacar Gaddafi para evitar a derrota dos opositores baseados em Benghazi. À mídia grande coube o eterno papel de justificar as ações do império e ridicularizar o governante líbio de todas as formas. Inda mais que Gaddafi manda em boa parte do petróleo consumido pela Europa, o que o torna insuportável, pela sua independência, aos olhos dos governantes e das corporações de negócios.
As alegações são sempre as mesmas falsidades. Na hora líbia, o pretexto é “evitar a morte de civis nas mãos de Gaddafi”. Para tanto, acionam-se mísseis e aviões com bombas superpoderosas, que matam civis sem conta, omitidos convenientemente pela mídia grande. Assim, a única intervenção armada das forças ocidentais dá-se contra um governo que, entre as mais de dez odiosas ditaduras árabes, sempre foi o único que se opôs aos desígnios do império. Com o coro subserviente da mídia grande. É de dar asco, por mais repelente que seja Muammar al-Gaddafi.
Mountain, como muitos outros analistas, perguntam-se sobre os desdobramentos da questão. As revoltas legítimas que ocorrem nas ditaduras apoiadas pelos EUA e aliados ainda estão em seu início. O massacre da Líbia pode incendiar ainda mais os ânimos dos revoltosos em todos os países, que se opõem às elites que, como no Egito e na Tunísia, tentam perpetuar-se com outros agentes, inclusive militares. É uma aposta arriscada, esta do malabarista BHObama. Pode ir contra as intenções do império.

sábado, 27 de novembro de 2010

Um bombeiro no alto do Corcovado

Ubiratan Dantas, ou simplesmente Bira, é um cartunista, chargista e ilustrador paulistano. Colabora com o blog "Quem Tem medo do Lula?".

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Ocorrida de 22 a 27 de Novembro de 1910, Revolta da Chibata completa cem anos




A música "O mestre sala dos mares", de autoria de João Bosco e Aldir Blanc (magistralmente interpretada por Elis Regina no vídeo acima) conta a saga de João Cândido - o "navegante negro" -, líder da Revolta da Chibata.

A charge é do cartunista Bira Dantas, colaborador do blog "Quem tem medo do Lula?".

Clique aqui e conheça a história da Revolta da Chibata.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

O eleitor e as pesquisas eleitorais

 O eleitor e as pesquisas eleitorais

Reconhecemos, assim, que os eleitores são influenciados pelas pesquisas, tanto no seu comportamento quanto também na forma como são conduzidas e financiadas as campanhas eleitorais.
 
Por Marlos Mello (*)

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Brasil, ódio ou esperança


Brasil, Ódio ou Esperança

A candidatura Serra é um projeto que representa o aborto do futuro de um Brasil mais justo, solidário e soberano, que começou a ser construído por Lula/Dilma.

Foto: José Cruz / Abr
Por Aloizio Mercadante, senador, (excelente texto, recebi por e-mail do diretório do PT-SP)

A candidatura Serra assumiu de vez e irreversivelmente a feição de uma direita anacrônica, reacionária e intolerante. Cada vez mais, atrai o que há de pior na política nacional: fundamentalistas religiosos, membros da TFP e da Opus Dei e até mesmo nos ataques do submundo da internet indivíduos que pertenceram à juventude nazista e aos órgãos de repressão da ditadura. Virou uma espécie de Tea Party tupiniquim, uma UDN paulista, que julga ser sua missão salvar o país daqueles que vêm mudando a injusta ordem política e social do Brasil. É uma candidatura que exala o ressentimento de uma velha elite que vê alarmada a ascensão de novas forças sociais, que perdeu o poder e tenta reconquistá-lo a qualquer custo. A candidatura Serra é a candidatura do ódio.

Não adianta apelar para a biografia da juventude do candidato. Uma candidatura é uma construção coletiva. O que interessa é o quê e quem ela representa. E a candidatura Serra representa os interesses dos setores mais conservadores e reacionários do espectro político brasileiro, bem como de parcelas antigas da classe média que não absorveram bem a ascensão de milhões de pobres ao mercado de consumo e à cidadania. Ela também tem um forte componente regional, pois é muito centrada no Sudeste, especialmente em São Paulo, estado que vem perdendo hegemonia política e econômica, exatamente pela falta de sincronia com as mudanças estruturais que deram um novo dinamismo ao Brasil a partir do governo Lula.

A candidatura Serra representa retrocessos significativos na vida política do país.

O presente que Serra deu aos professores (charge do Bira)

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Nos traços distintos, porém igualmente geniais, de Bira e Latuff, entenda o que é justiça para Gilmar Mendes


Estas charges foram desenhadas há mais de um ano e, infelizmente, continuam atuais. Tá na hora de saírem de moda!
Seus autores, os cartunistas Carlos Latuff e Bira Dantas, colaboram com o blog "Quem tem medo do Lula?".

domingo, 26 de setembro de 2010

Um balanço dos anos Lula


Um balanço dos anos Lula

Por Leneide Duarte-Plon, jornalista, de Paris em 24/9/2010 para o "Observatório da Imprensa"

O momento não poderia ser melhor para a imprensa francesa dedicar números especiais ao Brasil: o segundo mandato do presidente Lula chega ao fim. Um balanço dos últimos oito anos serviu de pretexto para três revistas importantes produzirem especiais que estampam na capa títulos que jamais poderiam ser lidos nos jornaleiros brasileiros:

** Le Monde Diplomatique + Manière de voir: "Là où le Brésil va..." (Para onde o Brasil for...);

** Les Inrockuptibles: "Brésil, le pays où la gauche a réussi" (Brasil, o país onde a esquerda deu certo);

** Le Monde-hors série: "Brésil, un géant s’impose" (Brasil, um gigante se impõe).

Os jornalistas e intelectuais franceses se mostram cada vez mais interessados por um país de dimensões continentais que aparece como uma potência emergente do século 21. Sem angelismos, com análises críticas sobre violência urbana, desigualdades abissais e outras mazelas, as revistas são unânimes em apontar o legado positivo.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Alô, Dra. Cureau! E o mensalão da editora Abril?

Miro Foto: Raquel Paixão
 Dra. Cureau, investigue as contas da Veja 

Por Altamiro Borges, jornalista, em seu blog 

Na semana passada, a vice-procuradora-geral eleitoral, a controvertida Sandra Cureau, enviou ofício ao jornalista Mino Carta, exigindo informações sobre a revista CartaCapital. Entre outros dados, ela cobra “relação da publicidade do governo federal dos anos 2009/2010, os respectivos contratos, bem como os valores recebidos a esse título”. Cureau dá um prazo de cinco dias para que as informações sejam remetidas, “sob pena de responsabilização nos termos do artigo 8º, parágrafo 3º, da Lei complementar nº75/93, cumulada com o artigo 330 do Código Penal”.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Um tiro pela culatra com bala de prata (ou como e quando Serra perdeu)


Coitado do Serra! Depois de desperdiçar toda a munição no próprio pé, ser derrubado pela misericórdia de um tiro de culatra é mesmo de traumatizar o mais cruel dos pistoleiros.

Por Raul Longo (*)

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Balas de prata e os tempos das filhas

Balas de prata e os tempos das filhas


O que poucos se dão conta é que o uso da “bala de prata” é improvável por uma logística inédita: dessa vez o “lobisomem” e o atirador estão umbilicalmente ligados. Qualquer disparo fulmina os dois. Simbiose perfeita.

Por Gilson Caroni Filho (*)

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

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