O MEDO QUE A ELITE TEM DO POVO É MOSTRADO AQUI

A Universidade de Coimbra justificou da seguinte maneira o título de Doutor Honoris Causa ao cidadão Lula da Silva: “a política transporta positividade e com positividade deve ser exercida. Da poesia para o filósofo, do filósofo para o povo. Do povo para o homem do povo: Lula da Silva”

Clique na imagem abaixo e conheça o "Quem tem medo da democracia?" - sucessor deste blog

Clique na imagem abaixo e conheça o "Quem tem medo da democracia?" - sucessor deste blog
Peço que, quem queira continuar acompanhando o meu trabalho, siga o novo blog.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

A nova hipocrisia contra Israel



A nova hipocrisia contra Israel


Por Urariano Mota (*)


Por Urariano MotaRecife (PE) - O primeiro-ministro de Israel Benjamin Netanyahu, que fugiu de um hospício e ninguém viu, encheu o peito há pouco e mandou bala, agora em palavras: a frota de ajuda humanitária que seguia para Gaza fazia parte de "uma operação terrorista". Isso mesmo, terrorista, com as perigosas e avançadas armas de remédios e alimentos. Mas antes que o mundo perguntasse, terroristas, quem, cara-pálida?, ele foi mais longe, impune e convicto de sua impunidade, ao descobrir que "Israel está sendo vitima de um ataque de hipocrisia internacional".


O primeiro impulso de toda a gente, que se opõe ao tratamento de cães raivosos a um povo cercado, é achar que o Estado de Israel, além de assassinar civis, quer também assassinar o sentido original das palavras. Esse impulso chega a ser fortalecido pelas análises mais cínicas e brutais, como a do analista internacional da BBC News, que pergunta sobre o assalto, execuções e seqüestro de pacifistas: “então, o que deu errado?”. Uma pergunta que pressupõe a legitimidade do abuso de força de Israel, a naturalidade do isolamento de populações civis em Gaza, e o indisfarçável desconforto de que no mundo ainda existam palestinos. “Afinal, onde erramos?”.


Quando refletimos melhor, no entanto, notamos que pode haver um sentido, digamos, legítimo na declaração do primeiro-ministro, que vê o seu Estado vítima de uma hipocrisia internacional. Benjamin Netanyahu pode apenas querer dizer, se nós sempre matamos civis, por que esse clamor agora? Soldados de Israel já passaram com tanque sobre uma pacifista desarmada, já fuzilaram Somaeah Hassan, de 6 anos, a Rosa da Palestina, na faixa de Gaza, já atacaram famílias com bombas proibidas em tratados internacionais, e agora, vaidade das vaidades, hipocrisia das hipocrisias, por que o furor de tamanha virtude e indignação?


Se for reparar direito, a chamada “opinião internacional” nunca se ergueu contra o escândalo de que na Faixa de Gaza não entrem armas que todo o mundo conhece como lâmpadas, velas, fósforos, livros, instrumentos musicais, giz de cera, roupas, sapatos, colchões, lençóis, cobertores, massa para cozinhar, chá, café, chocolate, nozes, xampu e condicionador. Os civilizados governantes europeus tratam isso, há muito, como uma lista de produtos em falta em supermercados. Algo como uma pequena crise de abastecimento. Nas tevês brasileiras, os “correspondentes internacionais”(bela gente, que belo caráter), quando ouvem o outro lado dos conflitos, entrevistam um muçulmano ladino, como novos escravos aculturados, de cidadania israelense. Então, por que essa grita?


Nada mais natural, contra esses hipócritas, que a magnífica Hillary Clinton defenda uma investigação internacional dos últimos crimes, mas (esse “mas” é tudo) sob a liderança de Israel. Claro, uma investigação conduzida de forma imparcial e transparente, sob comando israelense. Mais imparcial e transparente impossível. Viva. Como uma antecipação aos desejos de madame Clinton, os militares israelenses viram alguns erros na operação pirata. A saber, de inteligência, equipamentos e táticas erradas. E para piorar, houve pacifistas que não se jogaram ao chão diante do céu iluminado com os soldados israelenses que desciam. À tábua dos mandamentos de Israel se negaram. Ô raça...


Nos jornais de hoje, o escritor Amós Oz, com o seu costumeiro ar de homem ponderado e sábio, reconhece que existem os palestinos, admite que esses inacreditáveis humanos devem ser melhor tratados, porque afinal o governo de Israel não pode desconhecer que “o problema é que não estamos sós nesta terra, e os palestinos não estão sós nesta terra”. O que é uma pena, para o Estado de Israel, para a sua segurança e fascismo. O problema é a solução: os palestinos têm hoje a opinião pública de todo o mundo a seu lado.


*Urariano Mota é jornalista e escritor. Autor do livro "Soledad no Recife", recriação dos últimos dias de Soledad Barret, mulher do Cabo Anselmo, executada pela equipe de Fleury com o auxílio de Anselmo. Urariano é pernambucano, nascido em Água Fria e residente em Recife. É colunista do site "Direto da redação" e colaborador do blog "Quem tem medo do Lula?"


Charge: Carlos Latuff

quinta-feira, 3 de junho de 2010

O silêncio de Hillary Clinton



[caption id="attachment_6588" align="aligncenter" width="309" caption="Charge: Turcyus"][/caption]

O silêncio de Hillary Clinton



Giora Becher, embaixador israelense no Brasil, em artigo publicado na Folha de S.Paulo, tenta ocultar a estratégia da barbárie. Israel decreta um bloqueio e busca a chancela de um sistema normativo que o condena. É assim que deve ser compreendida a brutalidade da "democrática" sociedade israelense.


Por Gilson Caroni Filho (*)


No artigo "Sionismo: armadilhas de origem” [21/01/09], escrito em parceria com o economista Carlos Eduardo Martins, afirmamos que, por sua própria ideologia fundadora, Israel jamais se submeteu - ou se submeterá- a leis internacionais ou preceitos humanitários, assim como jamais se sentiu- ou se sentirá - obrigado a respeitar quaisquer acordos ou tratados que firme. Desde sua fundação, e em toda sua história, Israel definiu a si mesmo como um Estado fora da lei, uma força expansionista em permanente confronto com os "terroristas" de territórios ocupados.


O ataque - em águas internacionais - a uma missão que levava alimentos, materiais de construção e medicamentos para a população da Faixa de Gaza, brutalmente devastada pela operação "Chumbo Derretido", realizada no início de 2009, é apenas mais uma ação que confirma a cristalina certeza israelense: o que conta é o apoio dos aliados estadunidenses que procuram assegurar a hegemonia política na região. A comunidade internacional não deve ser levada a sério.


Uma acintosa exibição dessa má ou falsa consciência pode ser encontrada nas palavras do embaixador Giora Becher, embaixador israelense no Brasil, em artigo publicado hoje, 1/6, na Folha de São Paulo: "os organizadores estavam cientes de que suas ações eram ilegais. Sob o direito internacional, quando um bloqueio marítimo está em vigor, nenhuma embarcação pode ingressar na área bloqueada. Em conformidade com as obrigações de Israel sob esta lei, os navios foram avisados várias vezes sobre o bloqueio marítimo ao longo da costa de Gaza".


Em uma eficiente inversão ideológica, Becher tenta ocultar a estratégia da barbárie. Israel decreta um bloqueio e busca a chancela de um sistema normativo que o condena. É assim que deve ser compreendida a brutalidade da "ocidental" e " democrática" sociedade israelense: como mera afronta á lógica formal que objetiva legitimar os ditames de uma extrema-direita fundamentalista e religiosa.


Convém recordar alguns fatos. Recente resolução do Conselho de Segurança da ONU recomendou a Israel, em termos extremamente brandos, que subscrevesse o Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares (TNP). Dupla perda de tempo. Primeiro porque será ignorada, como foram todas as resoluções anteriores instando o Estado judeu a cessar suas ações imperialistas e de massacre contra os palestinos. Segundo porque, mesmo que uma liderança eventual acedesse em subscrever o TNP, o “povo eleito" o ignoraria solenemente. Ou alguém supõe que Tel-Aviv permitiria inspeções de Agência Internacional de Energia Atômica a seus arsenais nucleares?


Não esperem da secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, propostas de fortes sanções comerciais e financeiras contra Israel, muito menos ameaças nada veladas de intervenção militar. Essas ela reserva para o Irã, país signatário do TNP e sem histórico de agressões a vizinhos e atos de pirataria de Estado. Ou mesmo palavras duras de condenação e advertência, quando não de clara intimidação, como as dirigidas ao Brasil. Sobre Nethanyahu e seus soldados, de Hillary só se pode esperar o silêncio cúmplice dos assassínios.


Israel, fiel aliado de Washington durante a Guerra Fria, é encarado como uma “ilha de civilização ocidental no Oriente Médio". Merece, como escreveu José Arbex Jr (Caros Amigos, dezembro de 1998) "todo apoio e consideração contra os” bárbaros islâmicos" que, aliás, nem sequer existem".


A docilidade do texto do Conselho de Segurança não poderia ser mais elucidativa. Não há condenações, não se fala em ataques, mas “em ações” Os nove ativistas mortos não imaginavam que a arrogância, o terror e o sadismo com que o Exército israelense trata as populações palestinas fossem extensivos aos que se empenham em ações humanitárias. O ataque à flotilha é uma lição da velha ordem internacional. Nela, procura-se mostrar a inutilidade do humanismo como um referente ético sem valor de uso nem de troca.


Compreende-se, agora, o real significado das palavras de Hillary sobre o acordo nuclear assinado entre Irã, Brasil e Turquia. Para quem vê a guerra como campo de experiência e exercício de hegemonia, soluções diplomáticas para crises internacionais tornam o mundo bem mais perigoso. Melhor contar com as determinações consagradas do terrorismo de Estado.


*Gilson Caroni Filho é sociólogo e mestre em ciências políticas. Mora no Rio de Janeiro, onde é professor titular de sociologia das Faculdades Integradas Hélio Alonso (Facha). É colunista da Carta Maior, colaborador do Jornal do Brasil e do blog "Quem tem medo do Lula?".

O sionismo é um cancro - Deve ser extirpado


O sionismo é um cancro - Deve ser extirpado


Por Laerte Braga (*)


Por Laerte BragaEm Portugal se usa a expressão cancro para um câncer. “Doença caracterizada por uma população de células que cresce e se dividem sem respeitar os limites normais, invadem e destroem tecidos adjacentes e podem se espalhar para lugares distantes no corpo através de um processo chamado metástase”.


O sionismo, que controla os Estados Unidos e o estado de Israel é um cancro. Tem que ser extirpado. Não respeita limites normais, invade e destrói células adjacentes e se espalha por diferentes partes do mundo num processo em que a metástase é destruição de qualquer possibilidade de futuro digno. A opção dos outros países do mundo é buscar a sobrevivência como nações soberanas e íntegras em si e por si, ou submeter-se a essa doença estúpida.


Imaginar que é possível controlar o processo de crescimento dessas células sem o tratamento adequado e no momento preciso, é aceitar resignado o fim.


A tendência que se observa é levar a boçalidade sionista para conversas infindáveis, tímidas advertências sobre a ação contra pacifistas em águas internacionais e continuar a permitir o massacre de palestinos, um genocídio que envergonha nações ditas democráticas.


Acreditar que Obama vá tomar alguma atitude é acreditar em fantasias. Obama só difere de Bush no estilo. É mandatário de um grupo terrorista que controla o complexo ESTADOS UNIDOS/ISRAEL TERRORISMO S/A. Um espertalhão que faz o discurso da paz, comprou o prêmio Nobel da Paz e impõe ao mundo as mesmas guerras boçais que Bush impôs e os norte-americanos, historicamente, como precursores do terrorismo de Estado, tem imposto em cada canto do planeta.


Mentiram sobre as armas químicas e biológicas no Iraque, mentiram sobre o Afeganistão (onde estão sofrendo sérias derrotas militares) e sustentam o terror praticado por Israel contra o povo palestino. Submetem países como a Colômbia à condição de colônia e subjugam pelo horror da violência o povo colombiano (as eleições foram uma fraude).


Patrocinam golpes de estados como o que aconteceu em Honduras em junho do ano passado para atender a interesses de seus acionistas. Não têm respeito por absolutamente nada que não seja a vocação imperialista e terrorista que os caracteriza. Sequer pelos seus cidadãos. Associações de veteranos norte-americanos das guerras do Iraque denunciam que foram usadas armas químicas e biológicas e muitos deles, hoje, padecem de doenças incuráveis por conta desse patriotismo canalha que é a marca registrada da empresa ESTADOS UNIDOS/ISRAEL TERRORISMO S/A.


Tem seus tentáculos doentios espalhados por todo o mundo, por todos os países. No Brasil não se ouviu uma única palavra do candidato presidencial José Arruda Serra de condenação à barbárie contra pacifistas. É a face visível de um dos tentáculos dos EUA. Como o seu partido o PSDB.


A brasileira Iara Lee, libertada depois de humilhações impostas pelos terroristas de Israel, afirma ter imagens que comprovam a barbárie dos militares daquela organização criminosa. Os espanhóis detidos a bordo de navios que levavam ajuda humanitária a palestinos denunciaram maus tratos e o governo de seu país parece estar disposto a contemporizar para evitar problemas já que sede de importantes bases da OTAN, braço do terrorismo EUA/ISRAEL TERRORISMO S/A. O silêncio covarde do rei que tem mania de querer mandar os outros calar a boca. É cumplicidade se assim agir.


Os mortos pelos terroristas israelenses são todos turcos e estavam á bordo dos navios abordados pelos piratas sionistas.


O crime chocou inclusive a judeus ortodoxos que não praticam ou vivem dentro do espectro terrorista do sionismo. Na quarta-feira manifestaram-se diante da Casa Branca, matriz do terrorismo de estado mundial.


O presidente da EUA/ISRAEL TERRORISMO S/A, Barack Obama, uma empulhação absoluta, disse que seu governo vai buscar junto ao Conselho de Segurança das Nações Unidas as sanções contra o governo do Irã.


Matar, saquear, roubar, estuprar, torturar, manter campos de concentração, construir muros, condenar um povo ao genocídio, tudo isso pode, desde que seja para garantir o sócio no terrorismo sionista.


A culpa é do Irã. Um dos porta-vozes do governo terrorista de Israel negou maus tratos e afirmou que “nós judeus não deixamos ninguém morrer de fome”. Judeus não, mas terroristas sionistas sim.


Os países que se pretendem soberanos precisam repensar suas políticas externas, aqueles que não querem aceitar o jugo desse novo Reich e buscar formas além da diplomática para enfrentar essas hordas de bárbaros e insanos. Não há sentido no diálogo se ele é unilateral e serve apenas às potências terroristas para manter as políticas de violência e estupidez que mantêm em todas as partes do mundo.


No caso específico do Brasil é necessário parar e pensar sobre que futuro queremos. Se o tacão nazista dos EUA/ISRAEL TERRORISMO S/A, ou se desejamos ser protagonistas ativos de um futuro de paz e prosperidade que signifique mais que liberdade, signifique justiça em todos os sentidos.


Contar com as forças armadas brasileiras é bobagem. Em sua imensa e esmagadora maioria é controlada de fora pela organização terrorista. Pensam e agem como norte-americanos.


Num momento em que percebemos a força de nosso País, o acordo Brasil, Irã e Turquia é hora de perceber também que somos uma grande nação e estamos vivos e despertos para a realidade. A força dessa vida há de vir do povo, da rejeição aos canalhas que se rotulam patriotas, sejam civis ou militares.


A experiência do terror está viva ainda, falo do golpe de 1964, o período que fomos colonizados e brutalizados pelos EUA, com a cumplicidade da maioria dos nossos militares.


O que aconteceu com a flotilha que levava ajuda humanitária a palestinos não pode ser assunto de uma semana de mídia, mesmo porque a grande mídia é podre, corrupta, comprável e é um dos tentáculos do terrorismo nas suas mais variadas formas, a alienação é uma delas.


Houve um crime contra a humanidade, uma barbárie. Um ato de insanidade reprovado e condenado inclusive por judeus capazes de compreender o significado de Israel para esse povo, mas capazes também de rejeitar esse papel de potência terrorista.


E as armas nucleares de Israel? Vai aí alguma sanção? Nada.


A culpa é do Irã.


Quem se der ao trabalho de conhecer os resultados das investigações sobre o 11 de setembro de 2001 vai ficar estarrecido com as mentiras do governo de Bush. Milhões de norte-americanos começam a questionar essas mentiras.


O dilema vivido pelo povo palestino é o mesmo, embora não tenha ainda atingido a essas proporções a barbárie explícita, contra povos africanos, latino-americanos, asiáticos, na cobiça desmedida da organização EUA/ISRAEL TERRORISMO S/A.


É aquela história da flor, batida e surrada, mas real. Arrancam uma flor, pisam no jardim e entram em nossas casas quando não mais podemos reagir.


A falência da Europa é uma realidade que se constata a cada dia. A construção de uma comunidade onde as grandes potências determinam os rumos dos países mais fracos resultou nessa distorção que se verifica na Grécia e vai em escalada natural atingir Portugal, Espanha, Itália, até que outros sejam devorados.


O fator principal? A Comunidade Européia, a despeito de um ou outro vagido de independência, é um dos tentáculos do terrorismo político, econômico e militar do complexo EUA/ISRAEL TERRORISMO S/A. Nações como a Grã Bretanha precisam pedir licença a Washington para ir ao banheiro.


As políticas da organização terrorista para a África são de terra arrasada.. Não importam as mortes por fome, as doenças, as guerras civis, nada disso, importa que possam chegar e tomar conta das riquezas. Não foi por outro motivo que os assassinos de Tel Aviv ofereceram armas atômicas ao antigo regime branco da África do Sul.


Na Ásia a China isola-se em torno de seus interesses de grande potência. Fecha-se, cuida de si e o Japão já percebe o abismo que se avizinha. Países como Paquistão submetem-se ao terrorismo dos norte-americanos.


A Rússia, outrora contraponto desse terrorismo se vê a cada dia mais cercada por bases militares da OTAN e o governo do presidente Putin segue a política de uma no cravo e outra na ferradura, sem enxergar que está ficando isolado e perdendo força.


As posições brasileiras refletem, neste governo Lula, o grito de independência. Quando um jornalista como Élio Gaspari, pressupostamente sem rabo preso (era assim antes de receber convite para passar dois anos em Harvard) afirma que não temos nada com o Oriente Médio, ou com o Irã, está apenas vendendo o discurso do patrão. Do dono. Presta-se a isso.


A ação terrorista de EUA/ISRAEL TERRORISMO S/A é um câncer e se não abrirmos os olhos a AMBEV vai continuar pagando os estudos da filha de José Arruda Serra nos EUA, com a certeza que se o pilantra de São Paulo for eleito presidente da República viramos um Paquistão da vida.


Você acha que a AMBEV é brasileira? Deixa de ser bobo, já foi, não é mais. É como a VALE, dentro de dois anos no máximo transfere sua matriz para um país europeu.


Ou tratamos o câncer terrorista de EUA/ISRAEL TERRORISMO S/A agora, ou a metástase vai nos levar a uma condição sem futuro algum que não a morte como País independente e soberano.


Temos a ver com o Irã sim. Não importa a distância. Temos a ver com o mundo globalizado segundo a ótica dos donos. Temos que optar pela sobrevivência como Nação soberana.


Não é esse simplismo hipócrita de críticas escritas em Washington que vai nos levar a permanecer bípedes, ao contrário dos que já caíram de quatro.


As lições da ação terrorista de Israel estão aí. É só percebê-las. E o mundo não se esgota em nossa geração, existem as gerações vindouras, nossos filhos, netos.


Que Brasil vamos querer para eles? As críticas à política externa brasileira são exatamente porque a política externa brasileira não tira os sapatos, como a de FHC, ou a de Serra, para revistas humilhantes em aeroportos de New York, por chanceleres trêfegos e sem caráter como qualquer Láfer ou Lampreia da vida.


É um exame preventivo que previne e detecta o câncer. Ele está aí. EUA/ISRAEL TERRRORISMO S/A.


O caminho passa necessariamente pela integração latino-americana. Do contrário seremos esmagados como se esmaga a baratas. E se pensarmos bem, baratas são eles.


*Laerte Braga é jornalista. Nascido em Juiz de Fora, onde mora até hoje, trabalhou no "Estado de Minas" e no "Diário Mercantil". É colaborador do blog "Quem tem medo do Lula?".

Farinha multimistura pooode!

.


O CAÇADOR QUE FOI COMIDO PELO LOBO MAU E A INDIGESTÃO DE CHAPEUZINHO VERMELHO COM A MULTIMISTURA DA VOVÓ

Raul Longo
Foto: Jasmim Losso Arranz

Na floresta da internet, Chapeuzinho Vermelho também é minha correspondente. E ela vai pela estrada afora tão contente que nunca se importou com fome, miséria, crianças subnutridas e nada disso.

Chapeuzinho Vermelho era uma tucana. Boa gente, Chapeuzinho nunca chegou a ser uma demotucana. Mas tucana, era. Talvez até seja ainda, no entanto já me confessou abertamente que, nesse “homem horrível” (palavras dela para se referir ao José Serra), não vota.

Chapeuzinho Vermelho vai votar na Marina Silva. Ela mora em apartamento de bairro chique e urbanizado de Florianópolis, mas acha bonito proteger as florestas.

Por outro lado, se ela não gosta do “falso e mentiroso” (outras de suas qualificações ao Serra), também não simpatiza com o “apedeuta”. Chapeuzinho ainda não aprendeu que a palavra é um adjetivo de dois gêneros e, como todos os demais apedeutos e apedeutas do país, continua xingando o Presidente sem a correta concordância de gênero.

Um erro elementar, mas ao menos tenho de reconhecer que ultimamente Chapeuzinho procura não os cometer nas correspondências que me endereça. Tadinha! Isso a faz ficar tão ansiosa que acaba de me enviar logo duas.

A primeira é o repasse do comentário de alguém de tão preclara desimportância que, para não fugir da história, vou tratá-lo como O Caçador. E caçador é, de fato. Daqueles que ficam caçando pelos órgãos de desinformação do PiG qualquer bobagem que entenda desqualificar o governo Lula. Foi encontrar numa afirmação da Cristina Lobo da Globo um diz-que-diz-que Lula queira ser lembrado como grande estadista como Getúlio Vargas, e o Caçador, querendo se passar por cômico, ficou no ridículo de se perguntar para quando seria o suicídio.

Como as costumeiras bobagens do PiG há muito não despertam maiores interesses, deixei, em minha resposta a Chapeuzinho, esse assunto por último. Mas a outra mensagem trata da suspensão, já antiga, do Programa Multimistura pelo Ministério da Saúde. Isso sim é algo que preocupa e interessa.

Aliás, sempre interessou desde que ouvi falar dos excelentes resultados obtidos pela dieta desenvolvida pela Dra. Clara Brandão, médica do Paraná, para as crianças subnutridas do Pará. A adoção dessa dieta como programa da Pastoral da Terra levou à indicação de Dona Zilda Arns ao Prêmio Nobel. Foram salvas as vidas de centenas de crianças e não entendo porque Gomes Temporão ordenou a suspensão da organização do programa pelo Ministério.

Claro que Chapeuzinho Vermelho nunca teve a menor ideia do que venha a ser a multimistura, de quem seja a Dra. Clara ou a Dona Zilda. Tampouco alguma vez se preocupou com a subnutrição infantil. Chapeuzinho só quer ir estrada afora, muito contente no último modelo de automóvel importado, percorrendo as mais finas docerias e restaurantes da cidade. Mas como há algum tempo circula pela internet o relato de que a Dra. Clara um dia procurou o vice-presidente para pedir auxílio pela manutenção do programa e, apesar de ter feito José de Alencar chorar pelas fotos de crianças esquálidas e visivelmente recuperadas pela administração da dieta, não obteve a reintrodução no Ministério.

Foi aí que Chapeuzinho encontrou um jeito de me assustar com o tamanho da boca do Lobo Mau, embora nem tão grande que dê para melhor comer as criancinhas atendidas pelos demais programas de governo, conforme publicado pela BBC: “...de acordo com o índice (Índice Global de Fome pesquisado pela Unidade Internacional de Pesquisa em Política Alimentar) alguns países demonstraram uma grande melhora nos níveis de subnutrição desde 1990. Em primeiro lugar está o Vietnã, seguido pelo Brasil. Ao citar as medidas adotadas pelo Brasil para a melhora nos níveis de subnutrição, o relatório cita programas do governo como o Fome Zero, o Bolsa Família, o Minha Casa, Minha Vida e também o aumento do salário mínimo.”

Além de repassar a Chapeuzinho Vermelho essa matéria pelo link: BBC Brasil - Notícias - Mais de um bilhão de pessoas passam… também contei a ela que tentei e continuo tentando me informar porque o Programa Multimistura foi cortado do Ministério, mas até agora não recebi nenhuma informação confiável e atualizada. Parece mesmo um segredo sobre o qual o Ministério não se pronuncia. Nem mesmo quando inquirido, em 2007, pela revista Isto É.

Apenas posso imaginar que o Gomes Temporão não tenha sido corrompido. Aliás, disso podemos ter certeza, pois, se fosse o caso, certamente a oposição já teria armado uma CPI.

Evidente! Se ao antecessor, no primeiro governo Lula, foi montada uma CPI que o acusava de pertencer à “máfia dos vampiros”, que ele próprio, Humberto Costa, investigava; imagine o Temporão!


O Humberto, apesar de ter iniciado as investigações contra o esquema montado desde 1990 e durante toda a gestão do atual candidato tucano à Presidência, se viu acusado como envolvido naquilo que ele próprio investigava e só foi inocentado agora, em fevereiro deste ano.

Por aí se percebe o poder dessa gente! E no caso do Humberto Costa não ficaram só por aí, não! Também o arrolaram no “Escândalo dos Sanguessugas”, do qual se concluiu não ter qualquer envolvimento, como declarado pelo relator Fernando Gabeira, que, como se sabe, faz parte do triunvirato dos Fefês: Collor de Melo, Henrique Cardoso, e o próprio Gabeira.

Mas lá a coisa é como aqui em Santa Catarina: o governador é investigado por ligação com o tráfico, e a polícia invade a UDESC para dar pancada em estudante que reclama contra aumento de tarifa de ônibus que o prefeito diz ser a mais baixa do Brasil, e todo mundo sabe que é a mais alta.

Absurdo? Pois é! Humberto Costa que investigou as falcatruas no Ministério da Saúde acabou acusado e não se elegeu governador por Pernambuco, mas o ministro do período investigado se elegeu à prefeitura de São Paulo e, apesar de ter pedido que não mais votassem nele se abandonasse o cargo para se candidatar a governador, acabou elegendo-se governador do estado. Aliás, como o foi Maluf, que também pediu que nele não mais se votasse, caso o Pita não prestasse.

Conclusão da teimosia paulista: Pita não prestou e morreu impune. Maluf foi eleito deputado, embora não possa sair do Brasil pelo risco de ser preso por roubar o Brasil. Quanto ao José Serra, todos sabem no que deu.

Absurdo? Vá saber lá por quais absurdos o Ministério da Saúde até hoje não deu explicação pelo fim do Programa Multimistura! Mas, pelo ministro ter-se vendido à Nestlé ou à Procter & Gamble, por certo não foi, pois do contrário teria uma CPI. Ah, isso teria sim, senhor!

E não é por ser do PMDB que o Temporão se safaria de uma CPI, não. Não é, porque em 2008 a bancada de seu próprio partido pediu sua cabeça por ter tido peito de acusar a corrupção na FUNASA, presidida pelo afilhado do líder do PMDB na Câmara.

Interessante observar, aí, é que o líder do PMDB é o Henrique Eduardo Alves, primo do Garibaldi Alves, relator da CPI do Fim do Mundo, aquela dos Bingos, que investigou tudo, menos os bingos. Além do que, ambos os Alves são sócios da Rede Globo no Rio Grande do Norte.

O que é que o PiG tem a ver com a multimistura, não sei. Só sei que a Nestlé e a Procter & Gamble são anunciantes da Globo, mas até onde vai dar esse liame de interesses nem imagino, embora pareça mesmo que o caso do Programa Multimistura da Dra. Clara Brandão acabou enroscando o Temporão.

E olha que o Ministro não é de se intimidar! Enfrentou até a própria mãe, uma senhora lusitana muito da carola, que se aliou à CNBB pra rogar praga no filho quando citou a questão do aborto como problema de saúde pública.

Afora isso o ministro tem se pautado por atitudes corajosas ao enfrentar os preconceitos no atendimento público às diversidades de orientação sexual e na eficiência ao combate de epidemias que se proliferaram ao longo da última década do século XX. Mas na questão do Programa Multimistura deixa a desejar uma explicação, e concordo que devamos cobrá-la, sempre, sob qualquer governo.

Do Serra é bobagem cobrar qualquer coisa. Todos os jornalistas lá de São Paulo que cobraram alguma explicação que não quisesse explicar, o governador mandou demitir. Se (mangalô pé-de-pato três vezes!) esse que você chama de “choque de congestão” for eleito presidente, nós é que seremos destripados como cidadãos inoportunos.

Já na mensagem do seu amigo caçador de besteiras da mídia sobre o comentário da moça da Globo capaz de ouvir todas as conversas que correm por Brasília – como se aquilo fosse uma só esquina – apesar de minhas dúvidas de que Cristina Lobo consiga passar tão despercebida pelos rebanhos dos ingênuos cordeiros do Distrito Federal; caso o Presidente Lula de fato tenha expressado vontade de ser lembrado como estadista pelo seu 2º mandato, ressalta-se aí uma imensa modéstia do nosso governante.

Veja na relação abaixo, se é preciso que termine o mandato para Lula ser considerado grande estadista. Só mesmo na cabeça dessa Lobo Bobo!

- Em 2007 o presidente Lula recebeu o Prêmio Nehru.
- Em 2008 recebeu em Paris o Prêmio Félix Houphouët, oferecido pela UNESCO; ao menos um terço dos vencedores anteriores ganhou depois o Prêmio Nobel da Paz".
- No mesmo ano foi à Espanha receber o 1º. Prêmio Internacional Dom Quixote de La Mancha.
- Em 2009, recebeu em Paris o 1º World Telecommunication and Information Society Award;
- Em 2009, em Londres, recebeu o Prêmio Chatham House 2009 por sua atuação na América Latina;
- Em 2009, em Nova York recebeu o Prêmio Woodrow Wilson for Public Service.
- Em 2009, recebeu, em solenidade na sede da Organização das Nações Unidas, o Prêmio Sucesso Internacional.
- Em Roma, durante a Cúpula Mundial da Alimentação das Nações Unidas recebeu o Prêmio Contra a Fome, da ActionAid, e um par de luvas de boxe pelo sucesso na luta contra a fome no Brasil.
- Neste 2010 recebeu o prêmio de Estadista Global, inédito no Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça. Justificativa: Lula foi eleito para o prêmio por ser um líder político que usou o mandato para melhorar o mundo. Detalhe: foi a primeira vez que o Fórum concedeu um prêmio, em 40 anos de existência.

Em 10 de maio deste ano, em Brasília, o diretor-geral do Programa Mundial de Alimentação da ONU entregou a Lula o prêmio de Campeão Mundial da Luta contra a Fome.

Em sua edição de 23/9/2009, a revista americana Newsweek afirmou ser Lula "o político mais popular do mundo" e que ele era nada menos que a maior estrela da 64ª Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York. "As câmeras podem focar na personificação do americano descolado, Barack Obama, ou nos autocratas exibicionistas e despeitados como o iraniano Mahmoud Ahmadinejad e o venezuelano Hugo Chávez, mas a maior estrela disponível será o duro, barbado e ex-torneiro mecânico", diz o texto.

"É um longo caminho do faminto Nordeste do Brasil para a sala da Assembleia Geral das Nações Unidas, mas o presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, conhece cada passo desse caminho", afirmou a Newsweek, completando que o presidente "é considerado agora o líder de uma potência regional e um porta-voz autodesignado para as nações emergentes de todo o mundo".

Em sua edição de 29/4/2010 a Time, revista semanal de maior circulação no mundo, elegeu Lula um dos líderes mais influentes do planeta.

Quanto ao suicídio do Vargas, todos sabem que foi provocado pela insistente perseguição dos entreguistas da mídia liderados por Carlos Lacerda, cuja ausência no cenário político brasileiro foi muito lamentada pelo Fernando Henrique Cardoso.

Mas Lula, mais ainda do que Vargas, termina o mandato com um índice de aprovação popular jamais alcançado no Brasil e no mundo, apesar de todo o esforço do PiG que, ao invés de derrubá-lo, acabou derrubado aos mais baixos índices de audiência e circulação já registrados pelo IBOPE e IVC.

De forma que se o seu amigo se deixou comer pela Cristina Lobo, por ser tão bobo tem mesmo muitos motivos para se suicidar. Bem ao contrário desse nordestino que almoçou todos os que pretendiam lanchá-lo e, pela elegância e educação de não dar sequer um arroto apesar da barriga cheia, continua querido por todo o país e muito além de nossas fronteiras.

_________________________

*Raul Longo é jornalista, escritor e poeta. Ponta do Sambaqui, 2886
Floripa/SC. Colabora com a Agência Assaz Atroz e com este "Quem tem medo do Lula?"


Ilustração: AIPC - Atrocious International Piracy of Cartoons

.

PressAA

Agência Assaz Atroz

.


quarta-feira, 2 de junho de 2010

Na Palestina todos vamos parar


Em que parte? Pra que olhos? Não é um filme?


Por Ana Helena Tavares*


Sob a sombra do belicismo daqueles a quem a paz não interessa, é noite por onde passaram os filisteus. E a manhã não começa. Desde o início, optaram por escurecer o sol, não ouvir Deus, aprisionando sua voz em um muro.


Com uma cobertura rala, a imprensa brinca com os fatos a seu bel prazer e um mundo de sofás atentos acomoda-se em assistir ao sangue derramado pelo vil metal.


Negócios negócios, paz à parte. Mas em que parte? Pra que olhos? Não é um filme? Não, não é.  Hollywood experimenta a omissão dos cúmplices. Mas uma cineasta brasileira, tripulante da embarcação que, em missão de paz, foi alvejada - sem mais - filmou a realidade.  Lembrando que, enquanto os olhos das mães de Gaza choram, lágrimas lágrimas, ficção à parte.


Enquanto isso, os donos da velha ordem mundial jogam promessas ao vento à espera que o vento esteja sempre a favor. E, numa ONU impotente, reticente, e tantas vezes conivente, o que se vê é uma diplomacia de fachada que discursa para o nada.


E a paz?


“Sei lá. O melhor é não procurar muito. Tragam pacotinhos vazios. A paz deve estar lá dentro.” Carlos Drummond de Andrade talvez respondesse isso. Talvez para nos lembrar que as mudanças da vida sempre seguem seu rumo e, às vezes, a paz é algo que chega quando a gente menos espera.



Mas, para que ela chegue, é preciso que seja plantada. Só plantando paz é possível colhê-la. É humanizar e ser livre, ou autodestruir-se.


Com o sorriso de seus generais sionistas, que, se achando os escolhidos, não se cansam de lançar à humanidade, um punhado de cogumelos nocivos, Israel se autodestrói a cada dia. Cravando de mortes a terra onde Cristo escolheu viver, impedindo o broto de chegar à mocidade, fazendo vidas valerem menos que poder e calando o diálogo com balas de canhão.


Contam com a inércia de um mundo doente. Diz-se por aí: “Não sou judeu nem mulçumano. Pra que me preocupar?” São mentes senis que só com a morte frente à frente verão que na Palestina todos vamos parar.


02 de Junho de 2010,
*Ana Helena Tavares, jornalista, escritora e poeta eternamente aprendiz. Editora-chefe deste "Quem tem medo do Lula?".

Oliver Stone sobre Dilma: "Uma mente brilhante"





terça-feira, 1 de junho de 2010

Dando nome aos bois: o que houve foi 'pirataria' e 'sequestro'


O número de visitantes do meu blogue deu um salto desde o ataque israelense à flotilha de ajuda humanitária a Gaza.

Sinal de que há uma demanda por jornalismo de verdade, que a grande imprensa não atende.

É simplesmente repulsiva a forma como está sendo noticiado o episódio.



Quase ninguém diz que se tratou de um ato de PIRATARIA. E foi. Não há outro nome para a agressão de um bando armado a embarcações civis em alto mar.

E o que aconteceu com os ativistas que não foram mortos nem feridos pelo bando armado? Terão sido detidos, como se lê e ouve na mídia?

Não, porque o bando armado não tinha autoridade para deter ninguém, muito menos em águas internacionais.

O que houve não passou de um SEQUESTRO. Nem mais, nem menos. Então, nunca existiram 700 pessoas detidas, o que há são 700 pessoas sequestradas.

Se quem as tivesse sequestrado fosse o governo de Chávez, Castro ou Ahmadinejad, a terminologia da mídia, com certeza, seria rigorosamente exata.

Também é um embuste dá-los, agora, como deportados, já que não entraram em Israel por vontade própria, mas sim arrastados por sequestradores. Estão sofrendo mais uma violação dos seus direitos, ao não serem simplesmente soltos para ir onde quisessem, mas sim despachados na marra para um país que não escolheram.



Em se tratando de Israel, os jornalistas pisam em ovos e são obrigados a utilizar os mais evasivos eufemismos.



Depois, existe quem esteja perdendo tempo e desperdiçando espaço com análises sobre a ridícula alegação israelense de que seus assassinos teriam exercido o direito de autodefesa. O que não é sério, não devemos levar a sério, caso contrário nos acumpliciaremos com a desinformação.

Se qualquer barco é atacado por piratas no meio do oceano, a tripulação, sim, reage em legítima defesa.

Os piratas, não. Eles estão simplesmente tentando neutralizar as vítimas, para concretizarem seu intento ilegal.

Se, para tanto, as matam, o que fizeram foi cometer homicídio, por motivos vis. Ou seja, um crime dos mais crapulosos.

Não são questões semânticas: a linguagem também pode servir para atenuar o impacto de episódios escabrosos, facilitando sua absorção e progressivo esquecimento.

Os jornalistas que se mancomunam com esses contorcionismos retóricos, entretanto, não estão sendo imparciais, mas sim amorais. Ao contribuírem para a aceitação do inaceitável, fazem uma opção pela carreira, em detrimento da missão.

Lembremos Brecht: "em tempo de desordem sangrenta, de confusão organizada, de arbitrariedade consciente, de humanidade desumanizada, nada deve parecer natural, nada deve parecer impossível de mudar".

Nove seres humanos valorosos deram a vida para que nada parecesse impossível de mudar. O mínimo que podemos fazer é honrar seu sacrifício.



Assassinos, incoerências e o Brasil


Assassinos, incoerências e o Brasil


Por Laerte Braga (*)


Por Laerte BragaO jornal israelense AL HAARETZ afirma em sua edição de primeiro de junho que a decisão do governo nazi/sionista de atacar uma flotilha que conduzia pacifistas e ajuda humanitária para palestinos na faixa de Gaza foi um crime “contra Israel”.



“Um bando de imprudentes, irresponsáveis e pessoas bêbadas pelo poder decidiu em uma ação que estava fadada a resultar em pessoas mortas e feridas.. O que aconteceu foi um crime, contra Israel. Nenhuma pessoa sensata em Israel ou no exterior vai comprar a coleção de mentiras e pretextos com os quais os responsáveis estão tentando justificar-se”. Nenhuma das vítimas foi autorizada a falar.



Há uma foto divulgada pelo governo terrorista de Israel em que soldados aparecem sendo “atacados” por bastões, por pessoas dentro de um dos navios. Não mostra que os soldados estavam descendo em puro ato de pirataria para ocupar o navio e impedir a ajuda humanitária aos palestinos em Gaza.



Os últimos governos de Israel, além do bloqueio a Gaza, já cortaram a água de parte dos palestinos, racionaram para outros, se apropriaram dessa água em terras palestinas, cercaram a região, construíram um muro, não há alimentos suficientes para todos os habitantes da faixa e nem medicamentos. É genocídio puro, no melhor estilo dos campos de concentração de Hitler.



Essa organização internacional que Israel mantém procurando sobreviventes do nazismo em todas as partes do mundo deveria se voltar para dentro do estado terrorista. Os nazistas estão lá e agora se chamam sionistas. A bandeira é a mesma, só está escondida.



As ações brutais e criminosas não permitem que se pense diferente.



São hordas de assassinos que se escondem atrás de uma legítima defesa que, na prática, defende apenas a opressão, a violência, a barbárie e o roubo, pois se recusam a cumprir resoluções da ONU, acordos internacionais e tomam terras de palestinos.



Têm o apoio dos Estados Unidos que tanto como Israel deixaram de ser nações. São um conglomerado terrorista que se impõe dessa maneira, a violência. ESTADOS UNIDOS/ISRAEL TERRORISMO S/A.



Vivem desse terrorismo de estado. A gota d’água foi o acordo firmado pelos governos do Brasil, Turquia e Irã sobre o programa nuclear iraniano. Torciam pelo fracasso das negociações conduzidas por Brasil e Turquia para ter a justificativa de mais uma boçalidade, um ataque ao Irã, precedido de sanções econômicas.



As tais armas químicas e biológicas que imputaram a Saddam, na verdade, foram usadas sim, na guerra Iraque e Irã, quando os EUA sustentou o governo iraquiano com armas dessa natureza. E são usadas por soldados da própria empresa ESTADOS UNIDOS/ISRAEL TERRORISMO S/A contra iraquianos e afegãos.



São assassinos, são cínicos, são terroristas.



No Brasil a senadora Marina da Silva, pré-candidata do PV – Partido Verde – à presidência da República, criticou os termos do acordo firmado pelo Brasil, Turquia e Irã e fez menção a uma suposta maneira de agir dos iranianos, qual seja a de fugir de compromissos e responsabilidades.



Está se saindo melhor que a encomenda (é braço da candidatura José Arruda Serra, não é respeitada nem em seu partido, a seção fluminense omitiu seu nome no lançamento do candidato Gabeira, triste fim para alguém que foi ministra do governo Lula até poucos meses atrás e agora acha que está tudo errado).



Dizer que Marina busca o poder pelo poder? Claro que não. A despeito de todo o seu passado íntegro e militante pelo meio-ambiente, vai se transformando em uma espécie de Roberto Freire, uma espécie de carregador de malas de José Arruda Serra. Não enxerga além de uma realidade que só será objeto de políticas concretas se dentro de uma totalidade que a senadora parece não perceber, ou não quer perceber.



Deve ser a tal privatização da Amazônia defendida por FHC e naturalmente nos planos de José Serra. O que chamam de sustentabilidade é isso.



Marina vai como que num labirinto, seguindo o rastro de milho deixado pelo candidato tucano.



A posição do Brasil sobre o crime cometido por Israel contra pacifistas oriundos de todas as partes do mundo foi correta e perfeita. O presidente Lula cutucou inclusive os Estados Unidos, parceiro de Israel em ações de terrorismo de estado. O presidente executivo da empresa ESTADOS UNIDOS/ISRAEL TERRORISMO S/A não condenou Israel, apenas lamentou.



Os maiores acionistas da empresa são os grupos sionistas e Obama, uma espécie de sou, mas quem não é, espertalhão, oportunista, prefere lamentar o fato.



A brasileira que estava a bordo de um dos navios e está detida em Israel aguardando ser deportada para o seu país disse que foi mal tratada junto com outros tripulantes e passageiros.



É prática dos soldados de Israel. Torturam palestinos, estupram mulheres palestinas, crianças, assassinam idosos, roubam bens, pertences, terras e segundo entendem são o “povo superior”.



Deve ser a superioridade da estupidez.



A exceção do sócio na ESTADOS UNIDOS/ISRAEL TERRORISMO S/A os outros aliados naturais de Israel foram cuidadosos, mas condenaram a ação. Não há nada que a justifique.



Foi um ato insano, de um governo insano, nazi/sionista e põe fim a qualquer dúvida sobre a natureza dos que governam Israel. São criminosos, assassinos, cometem crimes contra a humanidade.



O mundo inteiro sabe disso, é preciso por um fim a essa crueldade sob pena de cumplicidade.



A pergunta é simples – “somos humanos, ou somos sionistas bárbaros e sanguinários?” –



Não há como escapar desse dilema, dessa pergunta.



A ação contra grupos pacifistas não deixa margem a qualquer dúvida.


*Laerte Braga é jornalista. Nascido em Juiz de Fora, onde mora até hoje, trabalhou no "Estado de Minas" e no "Diário Mercantil". É colaborador do blog "Quem tem medo do Lula?".

Anistia Internacional: O Ataque à Frota


Anistia Internacional: O Ataque à Frota


Por Carlos Alberto Lungarzo (*)


Por Carlos LungarzoO Secretariado Internacional de Anistia Internacional publicou no dia 31 de maio um comunicado sobre o ataque de tropas israelenses à frota de voluntários em auxílio da população bloqueada de Gaza. O original deste comunicado, em árabe, francês, espanhol e inglês se encontra neste link. A tradução é literal.



É Necessário Investigar os Homicídios Israelenses de Ativistas da Frota de Gaza


Anistia Internacional tem pedido a Israel o início imediato de uma investigação credível e independente sobre os homicídios, executados por suas forças armadas, de pelo menos 10 ativistas da frota organizada para protestar pelo bloqueio israelense da Faixa de Gaza.


“As forças israelenses parecem ter feito uso excessivo de força – manifestou Malcolm Start, diretor do Programa de Anistia Internacional para Oriente Médio e Norte de África- Israel afirma que suas forças atuaram em legítima defesa, pois teria sido atacada pelos ativistas, porém não é credível que os meios letais que foram empregados estivessem justificados. Parecem uma resposta totalmente desmesurada à ameaça que tenha podido ocorrer”.


Anistia Internacional tem pedido às autoridades israelenses que, em primeiro lugar, façam públicas de imediato, as regras de intervenção ditadas às tropas que efetuaram este ataque mortal.


“Os ativistas da frota explicaram claramente que seu objetivo principal era protestar contra a persistência do bloqueio israelense, que constitui uma forma de castigo coletivo, sendo, portanto, uma violação do direito internacional” - assinalou Malcolm Smart.


O bloqueio não afeta especificamente os grupos armados, mas castiga toda a população de Gaza, ao restringir a entrada de alimentos, medicamentos, material educativo e materiais de construção. Seus efeitos são sentidos entre os mais vulneráveis dos 1,5 milhões de habitantes do território: crianças, idosos e doentes.


O bloqueio constitui um castigo coletivo, de acordo com o direito internacional, e deve ser imediatamente levantado.


Em virtude do direito internacional, Israel tem o dever de garantir o bem-estar da população de Gaza, incluindo seu direito a saúde, a educação, a alimentação e moradia adequada.


FIM DO COMUNICADO


*Carlos Alberto Lungarzo é graduado em matemática e doutor em filosofia. É professor aposentado e escritor, autor do livro "Os Cenários Invisíveis do Caso Battisti". Para fazer o download de um resumo do livro clique aqui. Ex-exilado político, residente atualmente em São Paulo, é membro da Anistia Internacional (registro: 2152711) e colaborador do blog "Quem tem medo do Lula?".


Charge: Carlos Latuff

O DIA EM QUE MANÉ GARRINCHA DEU CHAPÉU NA FALTA DE CABEÇA DO JANJÃO BABÃO

.

Raul Longo
Foto: Jasmim Losso Arranz

Siqueira, diga aí para o Robson e o Jorge tomarem cuidado! A doença do Janjão Babão, aquela que faz distribuir essas manipulações da informação sem qualquer desenvolvimento de algum raciocínio, pega! E esse texto que o Robson assina como presidente da FAP de Minas Gerais é um exemplo.

Até perdoável que, a partir de certa idade, o aposentado não queira nem saber o que acontecerá além de seus incertos cinco ou dez anos futuros. Compreensível não lhes ser possível calcular quanto os recentes aumentos do salário mínimo tornam os rendimentos mais vantajosos, apesar das reduções previstas pela Reforma da Previdência; do que se recebessem sobre os salários congelados desde 94, mantidos por Serra se eleito em 2002.

Isso sem contar que José Serra promulgaria o projeto da Reforma tal qual imaginado por FHC, reduzindo a contribuição ao sistema pelo empresariado e aumentando aos empregados.

Compreensível que o aposentado que contribuiu ao longo de tantos anos e com menor tempo de jogo à frente, não queira saber dos desvios da Georgina e outros tantos. Ninguém quer pagar por desfalques de sonegadores patronais, entre eles as grandes empresas da imprensa, mas o Robson e o Jorge precisam saber que é essa imprensa sonegadora a que mais insemina estas meias informações que distribuem babando.

É próprio da idade de muitos aposentados e não haveremos de insistir por outro comportamento, mas se o Robson ou o Jorge forem como o Janjão, também sofrem de senilidade precoce e apenas babam informações sem a recomendável e natural mastigação racional.

Afinal, convenhamos, Siqueira, na linha desse desarticulado raciocínio podemos reivindicar tudo. Por exemplo, eu poderia reclamar de falta de investimentos na área cultural que possibilite publicar meus livros ou produzir meus roteiros. Mas ainda sou jovem ou, se não jovem, ao menos saudável o suficiente para deduzir que não se trata de produzir livros e roteiros meus ou de meus amigos e, sim, de desenvolver uma política cultural que, daqui a 20, 30 anos, tenha construído uma nação com capacidade de produção cultural correspondente ao seu significado perante o mundo, tal qual ocorre nos mais importantes países da Europa. Por que não?

Citei aí a Europa ao acaso, mas é exemplo providencial se lembrarmos que nas nações de lá também houve muita polêmica sobre as inevitáveis reformas previdenciárias, tais quais a ocorrida no Brasil na mesma época. Apesar de não terem sofrido tantos desfalques e sonegações, por maior vigilância e responsabilidade que só agora experimentamos – e também pela impunidade muito menor do que a aqui mantida até meados desta década – na Europa também tiveram de calcular redutores previdenciários pelos mesmos motivos que igualmente nos atingem: aumento de longevidade dos aposentados e aumento de jubilados, entre outros fatores que colapsariam o sistema em poucos anos e, assim, obrigaram os governos responsáveis e previdentes a implantar a reforma.

Nesses países também houve políticos que deram a grita e tiveram chiliques eleitoreiros, foram às lágrimas e fundaram “Psois” mundo afora. Mas a verdade é uma só: não adianta o governo destinar verbas para publicações dos meus livros se, primeiro, não resolver o problema da fome e do analfabetismo, pois de que me adianta livros na prateleira? Quero é que me leiam e para que me leiam preciso de leitores. Não de prateleiras.

Janjão Babão não conseguirá estabelecer a relação de raciocínio analógico que tento aqui, mas insista com o Robson e o Jorge até que percebam que povo faminto e analfabeto não tem condições de ler nem de ir ao cinema, então de nada adiantaria ficar reclamando por essas verbas dedicadas ao fomento do mercado exterior que lamentam aí, pois eu e meus amigos não seríamos beneficiados nem mesmo que o governo aplicasse tudo no que produzimos. E para aplicar na justa retribuição aos que passaram a vida contribuindo, é o mesmo caso. Porque se, compreensivelmente, o aposentado conta com o benefício pelos anos ou décadas que lhe restam, o governo responsável há de pensar nas próximas gerações de aposentados.

E haveremos de tê-los devidamente remunerados na integralidade do que hoje fazem por merecer. Esses aposentados do futuro, comovidamente agradecerão o esforço dos atuais e, muito mais comovidos do que se agradecessem apenas a integralidade mensal de seus igualmente merecidos salários, agradecerão pela sobrevivência do sistema previdenciário.

Provavelmente ninguém mais se lembrará qual terá sido o governo que assumiu essa responsabilidade, mas mesmo que não esteja vivo para testemunhar, se o Robson utilizar algo de suas potencialidades cerebrais, poderá imaginar esse futuro ou concluir em quão exíguo tempo a realidade do sistema previdenciário de 2002, poderia se tornar seu presente. Um pesadelo pelo qual Janjão baba na fronha todas as noites.

Estimule o Robson e o Jorge a raciocinar quão mais inacessível se tornaria a atual situação previdenciária, na continuidade do engessamento do país com aquele espetacular e internacionalmente notável nível de desemprego promovido pela política neoliberal, ainda defendida pelo último militante do candidato José Serra. Estimule-os a calcular em quanto mais se inviabilizaria o sistema com a queda de contribuições pelo desemprego e baixos salários.

Estimule-os! Pois esclerose do tipo da do Janjão Babão, o último dos militantes demotucano, é coisa que pega, mas se a superarem serão capazes de concluir por eles mesmos e sem ajuda de suplementos geriátricos que, ao ajudar na solução da crise europeia através da Grécia, o governo também está investindo, e de forma muito mais efetiva, na progressão do sistema previdenciário, pois assim como não adiantaria investir em minha geração de escritores e produtores culturais, sem imaginar uma progressão futura para a arte e a cultura brasileira, não adianta coisa alguma deixarmos que o mundo se lasque para melhor remunerar nossos aposentados de agora. Remunerar até quando, se não teremos uma Europa para adquirir nossos produtos agrícolas, manufatureiros ou industrializados? Incluindo os nossos produtos culturais.

Até quando, Siqueira, poderemos sustentar nosso crescimento se não tivermos nos países vizinhos, como a Bolívia, parceiros necessários às nossas eventuais deficiências, como a de gás natural?

Que atendimento poderemos oferecer a outras prementes necessidades desses senhores aposentados, como a saúde, por exemplo, em que mundialmente se destacam os avanços e conhecimentos de países como Cuba?

Ajude-os, Siqueira, a entender o óbvio. Evidente que essas colaborações do governo brasileiro no exterior não são meros presentes e, sim, investimentos humanitários. Nunca país algum ajudou o Brasil a fundo perdido e nem nós o poderíamos fazer, ainda que algum governo quisesse.

Ajudamos, sim, a enriquecer os Estados Unidos, a Inglaterra, a Alemanha e outros, mas estes também tiveram de pagar comissões. Das quais muito pouco ou nada foi revertido para o povo, o cidadão, o contribuinte. No entanto, que Robson não se engane, pois que eles pagaram, pagaram sim, não o valor devido, nem a quem de direito, mas pagaram.

Agora, se o Robson recebeu alguma parcela dessas comissões, já não está aqui quem falou! Afinal, por aí se explicaria a autoria do texto injustificavelmente distribuído pelo Jorge, este sim, único a se manter babão qual Janjão. Mas, do contrário, ajude ambos a vencer a síndrome esclerótica do Janjão Babão, para que consigam perceber, nas evidências da realidade mundial, não haver possibilidades para que cidadãos de qualquer atividade ou em inatividade se mantenham no atraso ao qual o Brasil foi manietado por tão longos anos, atraso esse agravado naquele período compreendido entre 1994 e 2002.

Exemplo evidente está na atual dificuldade de acompanharmos a promoção de nosso próprio crescimento, por déficit de mão de obra qualificada, técnicos especializados, engenheiros e peritos que atendam à demanda de nossas atividades produtivas.

E o Jorge e o Robson a distribuírem estupidez sobre o PRO-UNI como qualquer Janjão Babão! O que é isso agora? Virou religião? De último eleitor do José Serra, Janjão se tornou o guru de nova seita de zumbis que têm no babador o símbolo máximo! Quanto mais idiotices se distribuir pela internet e menos se raciocinar sobre o conteúdo e as reais intenções daquilo que se distribui, mais próximo se está de alcançar o Babador Dourado.

Façam-me o favor! Gente adulta agindo pior do que criança aliciada por pedófilo. Que coisa mais vergonhosa!


Pra finalizar, vou te pedir outro favor, Siqueira. Repasse para o Robson e o Jorge o que vou te contar.

Em 1983 eu estava no Chile. País e povo adorável, de cordialidade e disposição de espírito com muitas similaridades em relação ao brasileiro, me fazendo sentir uma profunda vontade de promover intercâmbios culturais entre nossos países; até porque, então, era raro um brasileiro por lá, e nos tinham uma sensível e comovente admiração, embora tão pouco soubessem de nós quanto nós, deles. Mas viviam perguntando sobre atores e atrizes das novelas que a Globo exportava para lá, e eu tentando demonstrar que aqueles enlatados não correspondiam à nossa realidade, não passavam de bobagens comerciais, pseudocultura.

Um ou outro jovem chileno conhecia as músicas do Chico Buarque ou do Milton Nascimento e, aí sim, encontrava onde estabelecer paralelos com Victor Jarra e Violeta Parra, entre nossas difíceis histórias de resistência aos regimes nazistas das ditaduras militares que nos vitimavam. Mas ainda me faltava encontrar os fundamentos, as razões de tamanha admiração e carinho pelos brasileiros, enquanto reclamavam de argentinos, peruanos e bolivianos. Lembro ter deduzido, brincando com alguns amigos chilenos: “- Si tuviera una frontera entre nosotros, tampoco gustarían de los brasileños.”

Mas na manhã do dia 21 de janeiro daquele 1983 é que percebi a verdadeira e única razão de, apesar de tão menosprezados pelos espoliadores internacionais que mantinham negócios com os governantes de nossa ditadura militar, ainda despertávamos o interesse de povos e instituições bem intencionadas. Porque ainda insistiam em relações honestas com nosso país.

Honestas relações que, sem dúvida, muito nos ajudou a manter a sobrevivência de alguma dignidade como nação, mesmo quando nos surrupiavam minérios por transamazônicas hoje tão esquecidas, aqui e no Chile, quanto as novelas da Globo daquela época. E um honesto interesse que sobreviveu mesmo depois de piratearem com tanto descaramento nossos potenciais, patrimônios e rentáveis empresas públicas abandonadas e sucateadas para subavaliação de contratos de privatização, em troca de serviços e atendimentos superfaturados aos cidadãos.

Antes e muito depois daquele ano de 1983 diversos foram os desfalques ao povo brasileiro, mas graças a esses que promoviam e conquistavam algum interesse e respeito ao Brasil, muitas instituições nacionais sobreviveram mesmo quando estávamos lá no fundo do poço, com uma dívida enorme e apontados como o menos confiável país do mundo pra qualquer tipo de investimento.

Ninguém pode afirmar com absoluta certeza, mas é bastante possível que até mesmo a Previdência Brasileira tenha sido beneficiada por estes pioneiros que, antes do Presidente Lula, foram os primeiros a sair pelo mundo promovendo uma imagem mais digna desse nosso país, valorizando nosso povo, demonstrando não sermos apenas o país da miséria social, dos frequentes e violentos atentados contra os direitos humanos nos calabouços de quem deveria garantir nossa segurança e bem-estar.

Lembra-se, Siqueira, quem nos emprestava algum valor como povo, mesmo quando Gonzaguinha tinha de cantar que não estávamos com a bunda na janela para passarem a mão nela? Mesmo quando, mais do que o Maradona, o então Ministro da Economia da Argentina, Domingo Cavallo, nos tratava como moleques, e aos nossos governantes como tratantes sem palavra.

Lembra-se, Siqueira, quanta dignidade nos emprestaram as chuteiras de nossos jogadores de futebol, mesmo quando nosso principal representante no exterior, o Celso Lafer, se submetia a tirar os sapatos para ser revistado como suspeito sempre que chegava em aeroporto dos Estados Unidos?

Está lembrado, Siqueira? Pergunte ao Robson e ao Jorge se eles lembram.

Eu me lembro, Siqueira. Lembro-me muito bem, porque naquela manhã de janeiro de 1983, na sala de café da pensão onde morava e depois nas ruas, durante o decorrer de todo aquele dia 23, fui acometido por chilenos que vinham me abraçar soluçando, chorando. Nas mãos, um exemplar dos tantos jornais e revistas que reproduziam manchetes de grandes noticiários internacionais, lamentando e anunciando a morte de Mané Garrincha.

Além de dia de luto nacional, Pinochet, ainda ditador, não declarou feriado. Mas foi o mesmo que fizesse, pois por uns três dias as pessoas compareciam ao trabalho, e não trabalhavam. Todos lembrando do Garrincha e da Seleção Brasileira no Campeonato Mundial ocorrido naquele país, duas décadas antes.

Como o Robson e o Jorge devem saber, Mané Garrincha morreu pobre e sem aposentadoria. De resto, é só você incentivá-los a parar de babar porque certamente ainda não estão em idade de ficar imitando o Janjão Babão. Mas qualquer neurologista pode adverti-los sobre o futuro de cérebros que não são utilizados.

Muito mais vivo que os zumbis de Janjões, ainda hoje Mané Garrincha é maior merecedor de boa aposentadoria do que esses que não usam a cabeça nem para levar chapéu.

____________________________

Depois de tudo isso, a nossa Agência Assaz Atroz recomenda:

"É"

A gente não tem cara de panaca
A gente não tem jeito de babaca
A gente não está
Com a bunda exposta na janela
Prá passar a mão nela...

Né, Gonzaguinha?







____________________________

Raul Longo é jornalista, escritor e poeta. Ponta do Sambaqui, 2886
Floripa/SC. Colabora com a Agência Assaz Atroz e com este "Quem tem medo do Lula?"


Ilustração: AIPC - Atrocious International Piracy of Cartoons

.

PressAA

Agência Assaz Atroz

.


Uma aula de política nacional em dois minutos e meio







Assista também a "Uma aula de política internacional em 50 segundos"

Xeque à ONU


Por Celso LungarettiTanta gente destaca as semelhanças entre a Alemanha nazista e Israel que nem vou me dar ao trabalho de relacionar os pontos comuns. Saltam aos olhos.

Só acrescentarei um, que até agora tem passado despercebido.

A impotência da Liga das Nações em conter Adolf Hitler levou à sua dissolução.



Se a Organização das Nações Unidas, que a sucedeu, continuar sendo incapaz de enquadrar Israel, também não terá razão nenhuma para continuar existindo.

Que seja dissolvida, pois, evitando dispêndios cuja única contrapartida, nas situações agudas, tem sido a produção de retórica inócua.



Pois o que acaba de acontecer, por mais que a propaganda israelense tente embaralhar e maquilar os fatos, não passou de um ataque pirata, em águas internacionais, contra embarcações que cumpriam uma missão humanitária.



Houve pessoas assassinadas e houve pessoas sequestradas; uma ofensa gravíssima a nações livres e a seus cidadãos.



Isto não pode ser aceito passivamente, de forma nenhuma.



Assim como não poderiam ter ficado sem resposta enérgica os horrores denunciados no Relatório Goldstone.


Assim como não poderia estar sendo permitido que um país com liderança tão insensata e truculenta desenvolva um projeto nuclear sem controle internacional de nenhuma espécie.






Respaldado no poder econômico e de mídia de judeus do mundo inteiro, Israel aplica, há décadas, a lei do mais forte.



A ONU terá de agir da mesma maneira, se quiser ser respeitada: fazendo valer a força maior de que teoricamente dispõe.



Para começar, exigindo o imediato levantamento do bloqueio israelense a Gaza.



Depois, impondo a rigorosa apuração desse episódio de pirataria em alto mar, seguida da não menos rigorosa punição dos responsáveis.



E passando a colocar em mesmíssimo plano, na discussão de sanções contra projetos nucleares clandestinos, os casos do Irã e de Israel.



Ou o que vale para um vale para o outro, ou é melhor deixarmos de palhaçada. Da forma parcial como está equacionando o problema, a ONU perde toda autoridade moral.



Israel colocou a sucessora da Liga das Nações em xeque; cabe-lhe decidir se é mate ou ainda tem fibra para virar o jogo.



Só existe uma certeza: se não sair da posição defensiva, sua derrota será inevitável.



E o mundo virará terra de ninguém, com a prevalência da força sobre a razão, como Israel tudo faz para que aconteça.



Celso Lungaretti, jornalista e escritor

http://naufrago-da-utopia.blogspot.com

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Meu coração é vermelho





Tucano joga contra a integração



Tucano joga contra a integração


Por Mario Augusto Jakobskind (*)


Por Mario JakobskindEstamos em clima de Copa do Mundo, mas nem por isso podemos esquecer o que se passa por aqui e pelo mundo. A campanha eleitoral ainda não chegou a pegar fogo. Tivemos apenas um trailer do que vem por aí. Os meios de comunicação elegeram apenas três candidatos para apresentar. Os demais, entre os quais Plínio de Arruda Sampaio, do PSOL, figura histórica com participação ativa até antes de 64, um marco negativo da história brasileira, são redondamente ignorados. Independente do juízo de valores fica mal para o jornalismo esse tipo de cobertura.


Mas antes de passarmos a bola para a seleção de Dunga, vale a pena assinalar um fato grave partido de um dos candidatos à Presidência da República. Em entrevista para uma rádio carioca, o tucano José Serra não fez por menos em matéria de relacionamento com os países vizinhos. Gratuitamente, tentando fazer média com eleitores desavisados, o pré-candidato (todos são teoricamente pré até as convenções partidárias) demo-tucano acusou o governo boliviano de Evo Morales de “cúmplice do tráfico” de cocaína no Brasil.


A irresponsável declaração do ex-governador de São Paulo se deu quando ele falava sobre a criação de um ministério para área da segurança pública de combate, entre outros crimes, ao tráfico de drogas. Já foi comentado aqui neste espaço que se trata de uma declaração do tipo para enganar os incautos, até porque o tema em questão está afeto ao Ministério da Justiça e não necessita da criação de nada de especial, pois o que existe dá conta do recado.


A declaração de Serra sobre a Bolívia, com a complementação de que o governo Morales faz “corpo mole” no combate ao tráfico, é totalmente inverídica e só pode ser entendida como uma provocação barata à integração sul-americana, em processo adiantado de desenvolvimento no governo Lula.


Ao contrário do que afirmou Serra, o governo boliviano tem intensificado o combate ao narcotráfico, mas não se sujeita às pressões estadunidenses neste campo. Claro, se dependesse de Serra e seus correligionários, o Brasil nesta altura do campeonato estaria aceitando passivamente os desejos do Departamento de Estado e Pentágono, inclusive de transformar as Forças Armadas em um mero departamento de polícia para combater o tráfico. É a vocação histórica dos tucanos, como acontecia no anterior governo subserviente de Fernando Henrique Cardoso, na prática seguir o que manda quem ocupa a Casa Branca.


No mês de julho a campanha presidencial estará ocupando maiores espaços midiáticos e desta vez o tema política externa vai fazer parte do cardápio. Serra já adiantou alguns pontos de sua agenda, inclusive afirmando em alto e bom som que se fosse presidente do Brasil não iria a Teerã ou receberia a visita de Mahmoud Ahmadinejad. Agradaria sobremaneira a Madame Clinton. Foi uma indicação clara de que faria exatamente o que Washington determina, seja em relação ao Irã, como Venezuela, Bolívia, Equador, Nicarágua e Cuba.


Outro ponto da questão externa tem sido as constantes declarações de Serra sobre o Mercosul. Já demonstrou concretamente que joga contra a integração da América, falar contra o Mercosul é apenas o reforço desse ponto de vista.


Mas os leitores se enganam se imaginam que a direitização de Serra se limita à política externa. O candidato da aliança PSDB, Demo e PPS (o partido dos ex-comunistas que viraram linha auxiliar dos seguidores de Washington) recentemente, falando sobre a questão dos portos, algo vital para o desenvolvimento de qualquer país, abriu o jogo ao afirmar que se for Presidente vai extinguir a Secretaria Especial de Portos, que vitalizou o setor. Sabem o motivo? É a concepção de desenvolvimento defendida pelo tucanato entreguista, que não coloca os portos como peças fundamentais para o país.


Na verdade, com palavras sofisticadas, Serra e sua gente defendem a privatização dos portos brasileiros, como tentaram em outras ocasiões através de mentiras e manipulações da informação, como no caso do porto de Paranaguá, medida impedida pelo então governador Roberto Requião. Certamente que o referido porto corre novamente perigo se os paranaenses elegerem um governador das fileiras tucanas ou da patota dos Democratas, que já estiveram no governo com o farsante Jaime Lerner. Farsante é todo aquele político que em campanha diz uma coisa e ao ser eleito faz exatamente o contrário.


É importante recordar esses fatos, para se ter uma idéia de como gira a política brasileira ao longo dos anos. O exemplo do Paraná repetiu-se em outros Estados. No Rio de Janeiro, por exemplo, o Estado transformou-se num pântano político. Basta citar os nomes dos três candidatos a governador a ser escolhido no próximo dia 3 de outubro: Sergio Cabral, Garotinho, Fernando Gabeira.


É preciso dizer mais alguma coisa?


*Mário Augusto Jakobskind é jornalista, mora no Rio de Janeiro e é correspondente no Brasil do semanário uruguaio Brecha. Foi colaborador do Pasquim, repórter da Folha de S. Paulo e editor de Internacional da Tribuna da Imprensa. Integra o Conselho Editorial do semanário Brasil de Fato. É autor, dentre outros livros, de "América que não está na mídia" e "Dossiê Tim Lopes - Fantástico / Ibope". É colunista do site "Direto da Redação" e colaborador do blog "Quem tem medo do Lula?"

A bárbarie de Israel contra pacifistas - Onde entra o Brasil nisso




A bárbarie de Israel contra pacifistas - Onde entra o Brasil nisso


Por Laerte Braga (*)


Por Laerte BragaUma das mais covardes ações terroristas do governo sionista de Israel foi o ataque a uma flotilha de nove navios, com 800 passageiros de diversas partes do mundo, todos pacifistas, que levavam alimentos, medicamentos e toda a sorte de auxílio a palestinos da Faixa de Gaza, submetida a um bloqueio que revela o caráter terrorista do governo de Tel Aviv, tanto quanto, as pretensões bélicas ao contrário do discurso de negociações que Israel faz de público ao mundo.



São terroristas covardes, desumanos e repulsivos.



Cerca de quinze pessoas morreram nos ataques, feitos em águas internacionais e o governo turco, um dos aliados de Israel ameaça romper relações com o governo nazista de Tel Aviv. As manifestações de repúdio a esse ato de boçalidade do governo sionista ocorrem em todo o mundo e nem Obama pode dizer neste momento que Israel agiu em legítima defesa, como costumam fazer os presidentes norte-americanos.



O ataque vem em seguida a uma decisão do governo de Israel de não discutir a questão das armas nucleares, já que é um dos países que detém esse tipo de arma.



Em todo o Oriente Médio, mesmo em governos favoráveis a negociações de paz, há temores de um conflito de maior proporção e grandes manifestações, como no Egito e na Jordânia – que têm tratado de paz com Israel – de protesto contra a boçalidade das SS navais de Israel.



O presidente do Irã, freqüentemente acusado de terrorista, na sórdida política de mentiras da organização ESTADOS UNIDOS/ISRAEL TERRORISMO S/A disse que “essa violência apressará o fim do regime sionista, regime sinistro e de simulacro”. Notem que ao contrário do que costuma dizer a GLOBO por aqui, Ahmadinejad não disse que o ataque terrorista significa o fim de Israel, mas do regime sionista. É completamente diferente.



O secretário geral da Liga Árabe, que busca formas de paz através de negociações, disse que o ato do governo terrorista de Israel mostra que “Israel não está preparada para a paz”. Amr Moussa convocou uma reunião de emergência para discutir o ato de terrorismo sionista em Qatar e a reação dos países árabes deve ser a de exigir que os EUA, parceiro e sócios de Israel em ESTADOS UNIDOS/ISRAEL TERRORISMO S/A, tomem atitudes que ponham fim a violência deliberada e genocida imposta ao povo palestino pelos sionistas.



A estupidez e a boçalidade do governo de Israel podem ser vistos em



http://gazafreedommarch.org/cms/en/home.aspx



O número de mortos pode aumentar já existem cinqüenta feridos, das mais diversas nacionalidades e todos integrantes de grupos pacifistas. Pretendiam levar ajuda humanitária aos habitantes da Faixa de Gaza.



Em mensagem no twitter, um dos mais importantes canais de comunicação da rede mundial de computadores, há um alerta – “se Israel faz isso de público diante do mundo, o que não faz por trás do muro que construiu em terras palestinas?”



O cerco a Gaza começou depois que um fanático sionista assassinou o primeiro-ministro israelense Itzak Rabin, logo após a assinatura de um tratado de paz com Yasser Arafat, que previa o fim da guerra e a fundação do Estado Palestino como determinam resoluções da ONU. O grupo nazi de Israel assumiu o poder com a vitória do Hamas nas eleições em Gaza e rompeu todos os acordos.



De Ariel Sharon para o governo atual a escalada do terrorismo sionista aumentou em todos os sentidos e a política de extermínio de palestinos é prática do governo israelense. Homens são assassinados, mulheres são estupradas, crianças são mortas, isso diariamente, tudo com o aval de Washington.



Não há uma única decisão da ONU que censure Israel que tenha sido cumprida, ou que tenha gerado sanções e tampouco os EUA falam nas armas nucleares de Israel (chegou a oferecê-las ao governo branco da África do Sul para eliminar populações negras).



O mundo odeia Israel foi a conclusão a que chegou uma pesquisa sobre a forma como aquele estado terrorista conduz suas ações contra os palestinos.



Não há diferenças entre o holocausto contra o povo judeu nos campos de concentração nazistas, e o que fazem a palestinos, pois Hitler vive em Israel e governa Israel.



O acordo firmado pelo Brasil, Turquia e Irã para controle e inspeção do programa nuclear iraniano frustrou planos de ações militares de Israel e dos EUA contra aquele país, já que não desejam a paz, mas vivem da guerra e das atrocidades que cometem contra palestinos. Sustentam interesses econômicos de empresas petrolíferas na região, governos ditatoriais no Egito, na Arábia Saudita, na Jordânia, com amplo respaldo do governo dos EUA e dos grupos sionistas, principais acionistas de ESTADOS UNIDOS/ISRAEL TERRORISMO S/A.



Osama Bin Laden é fichinha perto dessa gente.



O anúncio que o Brasil dominou o chamado ciclo do urânio aumentou o apetite bélico da empresa terrorista – ESTADOS UNIDOS/ISRAEL TERRORISMO S/A –. A perspectiva de novos atores no cenário internacional e em posições contrárias ao terrorismo desses grupos reforça a posição genocida no Oriente Médio e se volta para ofensiva contra o Brasil através da candidatura de José Arruda Serra, funcionário brasileiro da ESTADOS UNIDOS/ISRAEL TERRORISMO S/A.



É um jogo complexo, brutal, estúpido e é praticado por essa junção de duas nações dominadas por terroristas, sejam eles Bush, Obama, ou qualquer SS de Tel Aviv. Há cerca de um mês agentes da GESTAPO de Israel assassinaram um líder do Hamas em Dubai com passaportes originais ingleses e nomes falsos. É visível a cumplicidade dos britânicos com isso.



O que está em disputa é a hegemonia do terrorismo capitalista no mundo e os grupos sionistas, aliados a grupos norte-americanos formam hoje a mais estúpida e perversa organização terrorista do mundo, ESTADOS UNIDOS/ISRAEL TERRORISMO S/A, sucessora de SPECTRE.



Não há palavras que possam descrever a covardia nazi-fascista do governo de Israel contra a flotilha de navios que levava ajuda humanitária para palestinos.



O silêncio e a falta de atitudes de outros países significarão cumplicidade, omissão e isso é inaceitável, pois descaracteriza o ser humano como tal.



São monstros, monstros em todos os sentidos. Repugnantes, sórdidos. Abjetos.


*Laerte Braga é jornalista. Nascido em Juiz de Fora, onde mora até hoje, trabalhou no "Estado de Minas" e no "Diário Mercantil". É colaborador do blog "Quem tem medo do Lula?".

Creative Commons License
Cite a fonte. Todo o nosso conteúdo próprio está sob a Licença Creative Commons.

Arquivo do blog

Contato

Sugestões podem ser enviadas para: quemtemmedodolula@hotmail.com
diHITT - Notícias Paperblog :Os melhores artigos dos blogs