O MEDO QUE A ELITE TEM DO POVO É MOSTRADO AQUI

A Universidade de Coimbra justificou da seguinte maneira o título de Doutor Honoris Causa ao cidadão Lula da Silva: “a política transporta positividade e com positividade deve ser exercida. Da poesia para o filósofo, do filósofo para o povo. Do povo para o homem do povo: Lula da Silva”

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sexta-feira, 11 de março de 2011

Veja publica calúnias contra Luciana Genro

"REVISTA VEJA MENTE E SERÁ PROCESSADA POR DANO MORAL"  

 por Luciana Genro  

O Projeto Emancipa já é um sucesso. As inscrições ainda não terminaram, mas já temos mais inscritos do que as 100 vagas disponíveis. O apoio que temos recebido é enorme. Este apoio se expressou inclusive na imprensa gaúcha, que através de vários comunicadores e jornalistas ajudou a divulgar o projeto pela sua relevância social, não se prestando a reproduzir as “denúncias” da revista Veja. Todos sabem da lacuna existente na preparação dos jovens oriundos das escolas públicas que desejam entrar na universidade. Então, quem poderia querer detonar um projeto que oferece preparação para o vestibular e o Enem GRATUITAMENTE para estudantes de escolas públicas? Aqui no Rio Grande do Sul, só os “viúvos” de Yeda Crusius.

Entretanto, em respeito às pessoas que me apoiam e respeitam e que têm sido questionadas por quem não conhece a minha trajetória, esclareço:

- Vou processar a revista Veja por danos morais, visto que o jornalista que assina a matéria sequer me ouviu, publicando uma reportagem absolutamente fantasiosa sobre o Projeto Emancipa, coordenado por mim no Rio Grande do Sul.


terça-feira, 7 de dezembro de 2010

GRITA HISTÉRICA DOS LINCHADORES DE BATTISTI ANTECEDE DECISÃO DE LULA

Celso Lungaretti (*)


Os reacionários estão furibundos com o iminente anúncio da decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que porá um fim à kafkiana perseguição movida pelo Governo Berlusconi e seus cúmplices de dois continentes contra o escritor Cesare Battisti.

Espera-se que, ainda nesta semana, Lula bata o martelo, confirmando o entendimento do seu ex-ministro da Justiça Tarso Genro, que no início de 2009 já concedeu refúgio a Battisti no Brasil -- absurdamente revisto pelo Supremo Tribunal Federal, que extrapolou sua autoridade ao jogar no lixo a Lei do Refúgio e a jurisprudência consolidada nesses casos, usurpando uma prerrogativa que sempre foi do Executivo.

Mesmo assim, a decisão final voltou a quem de direito: o presidente da República. E ele já sinalizou que, cioso da soberania nacional, não se vergará a descabidas e ultrajantes pressões estrangeiras.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

VEJA... E GARGALHE!!!

Celso Lungaretti (*)

"Eu assisti de camarote
o teu fracasso,
palhaço, palhaço!"
(Benedito Lacerda) 

Na edição que entrou em bancas no dia 16/10/2010, a revista Veja dedicou sua matéria de capa a um bizarro exercício de futurologia e lobbismo, ao proclamar que a eleição presidencial seria decidida em Minas Gerais, graças ao "poder de Aécio".

O ridículo começou pela capa, apresentando Aécio como Super-Homem, e se derramou pelas páginas internas, nas quais se garantia que "Aécio move a montanha" (título da matéria). Eis alguns trechos:
"Ao fazer seu sucessor no governo de Minas Gerais, o senador eleito Aécio Neves demonstrou sua enorme capacidade de transferir votos. Agora, ele quer repetir o feito em favor de José Serra. O resultado desse esforço poderá definir o futuro presidente da República.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Ricardo e Pedro Abramovay desmentem Veja

Do blog do sociólogo Rudá Ricci
Reproduzo, abaixo, email que recebi de Ricardo Abramovay, um dos nossos maiores intelectuais, professor da USP, premiado por suas pesquisas sobre agricultura familiar, um dos responsáveis pela elaboração da Agenda 21 brasileira. Fernando Henrique Cardoso conhece bem Abramovay, porque ele colaborou tecnicamente por diversas vezes com seu governo.
Divulguem. Este pedido é o mínimo que posso fazer pela amizade e respeito que tenho por Abramovay. A Veja não é mais uma revista. É algo inominável.
-----Mensagem original-----
De: Ricardo Abramovay [mailto:abramov@usp.br]
Enviada em: 23 de outubro de 2010 20:37
Para: Ricardo Abramovay
Assunto: Veja de hoje
Caros amigos, colegas e alunos
Uso esta lista exclusivamente para difundir artigos ou eventos. Mas não posso deixar de enviar-lhes a nota de meu filho Pedro Vieira Abramovay em resposta à repugnante matéria de capa de hoje da revista VEJA.

SEGUE NOTA DE 
PEDRO ABRAMOVAY



quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Istoé dá o troco na Veja


Isto não é uma montagem. É a capa da Istoé desta semana, confirme aqui.

Claramente, é uma resposta a uma capa bem recente da Veja, confira aqui.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Veja: os índios e o uísque paraguaio

A crônica é de 2007, mas é exemplar de como funciona o anti-jornalismo da Veja e do PIG.


VEJA não tem credibilidade. Não dá pra ler nem no dentista. Nas universidades brasileiras é motivo de chacota. Quando você quer insinuar que uma informação é falsa, diz: “foi publicada na VEJA”. Como professor de jornalismo, usei sempre em sala de aula matérias como essa para servir de modelo do que não se deve fazer.

Por José Ribamar Bessa Freire (*)

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Ulalá... Reinaldo Azevedo, colunista da Veja, admite: "Imprensa é partido de oposição no Brasil"

Nota do QTML?: Como mostra a matéria reproduzida abaixo, Reinaldo Azevedo disse, em pleno Clube Militar, que cabe à imprensa defender o artigo 5º da Constituição, quer dizer, o que fala em liberdade de pensamento. Essa parte é piada, só pode ser. Mas é de se registrar que o colunista da sujíssima assuma: "O Lula, quando diz que a imprensa é o verdadeiro partido de oposição no Brasil, tem razão a sua maneira porque a oposição nesse tempo foi tão mixuruca, tão despolitizada e tão vagabunda que sobrou para a imprensa". Ora, o que se pode entender de tal fala? Que a "imprensa", leia-se veículos como a Veja, pega tudo o que lhes sobra...

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Colunista da Veja admite: imprensa é partido de oposição no Brasil


Por Maurício Thuswohl, especial para a Rede Brasil Atual

Rio de Janeiro - O colunista e blogueiro da revista Veja Reinaldo Azevedo afirmou que a imprensa se comporta como verdadeiro partido de oposição no país. A declaração ocorreu durante o debate "A Democracia Ameaçada – Restrições à Liberdade de Expressão", promovido pelo Instituto Millenium no Clube Militar da capital fluminense, na quinta-feira (23). Ele concordou, assim, com a crítica formulada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no mesmo dia, que criticou a cobertura da mídia às eleições.

Azevedo fez críticas aos partidos políticos de oposição e surpreendentemente concordou com o principal cabo eleitoral de Dilma Rousseff (PT), candidata à Presidência da República. "O Lula, quando diz que a imprensa é o verdadeiro partido de oposição no Brasil, tem razão a sua maneira porque a oposição nesse tempo foi tão mixuruca, tão despolitizada e tão vagabunda que sobrou para a imprensa, não fazer oposição, mas defender o Artigo 5º da Constituição", sustentou. "Não é que exista uma imprensa de direita para um governo de esquerda”, disse.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

REINALDO AZEVEDO LANÇA A VERSÃO RECICLADA DO "CANSEI!"

Celso Lungaretti (*)

Humildemente, admito meu erro: não será no ano que vem que a direitalha começará a preparar uma virada de mesa, em razão da nova e acachapante derrota eleitoral.

Foi assim que eles agiram quando o presidente Lula conquistou seu segundo mandato.

Um semestre depois, tentaram reeditar a Marcha da Família, Com Deus, Pela Liberdade.

Só que o tal do Cansei! (foto) foi simplesmente ridículo, reunindo míseras 4 mil testemunhas no espaço imenso da Praça da Sé.

Mecanicamente, acreditei que a história se repetiria. E afirmei, no artigo As ameaças existem e ignorá-las poderá ser trágico (o qual,  timing  à parte, continua sendo uma boa  crônica da quartelada anunciada, a ser levada em conta pelos que têm a obrigação de adotar contramedidas):
"Podemos dar como favas contadas que haverá cidadãos querendo derrubar o governo no início de 2011".
Eu não espeava que, duas semanas antes do pleito, a direita golpista já tivesse desistido da cartada eleitoral e passado à etapa seguinte.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Alô, Dra. Cureau! E o mensalão da editora Abril?

Miro Foto: Raquel Paixão
 Dra. Cureau, investigue as contas da Veja 

Por Altamiro Borges, jornalista, em seu blog 

Na semana passada, a vice-procuradora-geral eleitoral, a controvertida Sandra Cureau, enviou ofício ao jornalista Mino Carta, exigindo informações sobre a revista CartaCapital. Entre outros dados, ela cobra “relação da publicidade do governo federal dos anos 2009/2010, os respectivos contratos, bem como os valores recebidos a esse título”. Cureau dá um prazo de cinco dias para que as informações sejam remetidas, “sob pena de responsabilização nos termos do artigo 8º, parágrafo 3º, da Lei complementar nº75/93, cumulada com o artigo 330 do Código Penal”.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Como pagar 200 mil reais em dinheiro

 
Como pagar 200 mil reais em dinheiro

Da grande reportagem da Veja desta semana:
“Numa manhã de julho do ano passado, o jovem advogado Vinícius de Oliveira Castro chegou à Presidência da República para mais um dia de trabalho. Entrou em sua sala, onde despachava a poucos metros do gabinete da então ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, e de sua principal assessora, Erenice Guerra. Vinícius se sentou, acomodou sua pasta preta em cima da mesa e abriu a gaveta. O advogado tomou um susto: havia ali um envelope pardo. Dentro, 200 000 reais em dinheiro vivo – um “presentinho” da turma responsável pela usina de corrupção que operava no coração do governo Lula.” 

Veja, olhem e vejam como a denúncia cai diante dos olhos da aritmética.
Por Urariano Mota (*)

domingo, 19 de setembro de 2010

Tamiflu: quem fez lobby pra quem?

O dispositivo midiático que fez lobby pró-Roche e pró- Serra, alardeando o despreparo do país para enfrentar uma pandemia de gripe suína, em 2009, e a insuficiente estocagem de Tamiflu pelo Ministério da Saúde, agora acusa o governo de ter comprado quantidades desnecessárias do remédio. E denuncia um lobby por trás desse erro. Serra agora não está mais preocupado em anabolizar sua ‘experiência’ como ex-ministro da Saúde. Ele precisa agora de algo mais forte que uma gripe suína para impedir a vitória de Dilma no 1º turno. 

Por Saul Leblon, na Carta Maior

VEJA ‘denuncia’ na edição desta semana que o governo adquiriu quantidades desnecessárias do medicamento Tamiflu para combater a gripe suína, em julho de 2009. A sobrecompra, segundo ‘reportagem’ teria seu sucesso creditado a ação de um lobby que atuava dentro da Casa Civil e do qual participaria o ex-assessor do órgão –que deixou o cargo - Vinícius de Oliveira Castro. Pela participação, Castro teria recebido $ 200 mil de propina, pagos no episódio dentro do próprio órgão.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Pesquisa da PUC: "a Veja e o anti-jornalismo"

A obsessão da revista: derrubar Lula
Por Juliana Sada, no Escrevinhador

Criada em setembro de 1968, a revista “Veja” é a publicação semanal brasileira de maior tiragem, teoricamente com cerca de um milhão e duzentos mil exemplares. Criada por Mino Carta, atualmente diretor de redação da Carta Capital, e Victor Civita – estadunidense filho de italianos, fundador do Grupo Abril – a revista foi por um longo período paradigma para o jornalismo brasileiro. Por sua redação, passaram nomes importantes da profissão; e, por suas páginas, grandes personagens da história – entre seus entrevistados estão Vinícius de Moraes, Yasser Arafat, Salvador Dalí, Tarsila do Amaral e Sérgio Buarque de Holanda.

Mas, em anos recentes, a revista tornou-se alvo de intensas críticas. Na internet, disseminam-se pequenas e grandes iniciativas de informação e contraponto ao tipo de jornalismo feito por lá. Esse mesmo Escrevinhador denunciou a entrevista que nunca existiu, mas que a revista publicou; e mostrou a história do professor que foi alvo de manipulação pelo veículo, além da peculiar análise do semanário sobre a Bolívia .


terça-feira, 10 de agosto de 2010

Carrefour, Colgate, Gol, Folha de S. Paulo, Globo, Veja, o boa noite Cinderela


Carrefour, Colgate, Gol, Folha de S. Paulo, Globo, Veja, o boa noite Cinderela

Por Laerte Braga (*)

O jornal FOLHA DE SÃO PAULO, da mesma empresa do DATA FOLHA, está às voltas com uma pesquisa de intenção de votos para presidente da República nas eleições de outubro próximo. A tarefa é permitir ao candidato José Arruda Serra manter o fôlego, enquanto espera o início do horário gratuito nas redes nacionais de tevê e rádio, com o pressuposto que assim dá gás ao tucano para reagir à frente que Dilma Roussef abriu.



Estar às voltas com uma pesquisa nessa direção, intenção de votos, não significa estar em campo. O campo no caso da FOLHA DE SÃO PAULO e do DATA FOLHA é o que menos importa. O ajuste dos números para permitir uma situação de no mínimo empate técnico é o que conta, é o dever de casa.



Isso se levarmos em conta que os outros três principais institutos de pesquisas do País, IBOPE, VOX POPULI e SENSUS, deram frente expressiva a Dilma em suas últimas pesquisas. Pior que isso, mostraram a queda de Arruda Serra em estados onde era considera como líquida e certa sua vitória. Minas e Rio Grande do Sul, onde já está perdendo, além da queda em São Paulo, sua principal base eleitoral.



E mais ainda, aliados tradicionais como Artur Virgílio que não atendem mais às ligações do tucano e aderiu de corpo e alma, publicamente, ao esquema amazonense que apóia Dilma.



Arruda Serra não usou COLGATE no debate de quarta-feira, quatro de agosto na REDE BANDEIRANTES, logo não estava com a tal proteção contra doze problemas bucais. Pelo contrário, exibiu dentes novos e ficou visível que falava de forma contida buscando adaptar-se àquela determinação de marqueteiros. Os tais dentes que ofuscam a visão quando a pessoa sorriem de tão brancos que são. Toma água gelada a vontade por recomendação de dentistas contratados pela empresa.



E nem tem necessidade de tentar pegar algumas bermudas e calçados na REDE CARREFOUR, a que prende e entrega à Polícia cidadãos e cidadãs que, no desespero dos filhos sem roupas e descalços, tenta apanhar algumas.



No caso específico, empresas como o CARREFOUR têm polícias próprias dentro de suas lojas, atuam de forma brutal e violenta, submetem pessoas a constrangimentos de revistas sem qualquer escrúpulo e muitas vezes, como aconteceu com a COCA COLA em diversas ocasiões, colocam suspeitos em cárceres privados.



É prática da selvageria capitalista. Como é comum que emitam notas públicas dizendo que nada podem fazer, que o assunto está entregue à Justiça.



Uma das empresas mais mentirosas do País é exatamente o CARREFOUR. No anúncio ou nas revistas onde proclama ofertas, está lá que se alguém comprou e depois achou mais barato, o dinheiro será devolvido.



Tente isso.



Propaganda enganosa. Tem fiança? Vai preso?

Já leu ou ouviu, ou viu em algum veículo de comunicação que a propaganda da COLGATGE induzida por dentistas é no mínimo sem qualquer ética, ou gerida pela ética dos negócios?



A mentira do CARREFOUR que devolve o dinheiro se você achar mais barato aconteceu?



É claro que não, ou alguém acha de boa fé, só pode, que GLOBO, FOLHA DE SÃO PAULO, ESTADO DE SÃO PAULO, VEJA, ESTADO DE MINAS, RBS, etc e tal vão se deixar tomar de indignação contra a GOL na pilantragem de vender um número maior de passagens que os lugares disponíveis, querer forçar as tripulações a trabalhar além dos limites mínimos de segurança para os consumidores, os passageiros, se são veículos voltados para essa mentira capitalista?



Essa ordem imposta de forma selvagem e criminosa contra os debaixo?



A tentativa de conduzir eleitorado como manada através de pesquisas para tentar eleger um candidato ligado e subordinado à quadrilha principal e às quadrilhas que compõem o entorno desse modelo bárbaro?



A mídia no Brasil hoje é mais ou menos como aquele pozinho que os caras colocam, filho de diretor da RBS (afiliada da GLOBO) faz isso, na bebida da vítima e depois estupram a vontade, sem qualquer preocupação, garantidos que não viram nenhum Nardoni da vida, ou Bruno, pois têm sangue azul dos blue ships das bolsas de valores do mundo inteiro.



O cara da VEJA, o tal de Mainardi, quando pressentiu que seria condenado pelo monte de mentiras ditas na revista contra o governo Lula e tudo o que contrariasse os interesses TUCANOS, DEM, FIESP/DASLU, deu o fora. Foi gastar o dinheiro ganho com a venda da consciência em delícias do exterior.



É só lembrar o caso do acidente com o avião da TAM. Em menos de meia hora William Bonner estava espumando contra a falta de ranhuras no aeroporto de Congonhas, até descobrirem que a empresa não fazia a manutenção adequada e a capa de VEJA estampar que o piloto fora o culpado de um avião com defeito num reverso e numa turbina. Já as vítimas...



Ou a omissão dessa mesma GLOBO, do mesmo Bonner, no acidente com o avião da GOL, noticiado meia hora antes pelo concorrente, para não tirar o foco do dossiê fajuto que iam apresentar e apresentaram na edição do JORNAL NACIONAL daquele dia, no desespero de tentar jogar a eleição presidencial para o segundo turno e eleger um pastel de vento corrupto como Geraldo Alckimin.



Num tem o caso da moça que passou um tempão presa por ter furtado uma caixa de manteiga para usá-la no pão nosso de cada dia de sua mãe?



O negócio dessa gente, COLGATE, CARREFOUR, FOLHA DE SÃO PAULO, GLOBO, VEJA, GOL, é entorpecer o consumidor, o cidadão, misturar o tal pozinho à bebida, vem em forma de JORNAL NACIONAL, pesquisas eleitorais falsas, Ana Maria Braga, Faustão, VEJA e ainda de quebra exibir o último requinte da tecnologia do capitalismo. É o boa noite Cinderela com tecnologia de ponta,



Aquele desinfetante que é mais inteligente que todos nós, pois não precisa ficar sendo apertado. De trinta em trinta minutos libera um pouco de perfume roubado à natureza. A casa fica cheirosa e o banheiro vira sala de visitas.



E até aprender isso o cidadão/consumidor, o objeto, fica para lá e para cá, trançando feito um idiota, pois segundo se anuncia o desinfetante inteligente reage à presença de humanos. Traça os huamnos.



Mas de trinta em trinta minutos.



Tranque a porta da cabine à chave, com cadeado, no caso de experimentar uma roupa, pois se o pessoal da COLGATE perceber que você está com um sujinho no dente vem correndo, invade e mostra a você que tudo pode ficar branco.



No caso de Arruda Serra arranjaram dentes novos, no milagre do transplante.



O que um cara não faz para ser presidente da República e na matemática de Roberto Campos e Paulo Maluf, investir cem milhões para buscar um bilhão em quatro anos.



E vender o País.



O que uma empresa como o CARREFOUR não mente para ludibriar o consumidor/objeto.





*Laerte Braga é jornalista. Nascido em Juiz de Fora, onde mora até hoje, trabalhou no “Estado de Minas” e no “Diário Mercantil”. É colaborador do blog “Quem tem medo do Lula?

quarta-feira, 16 de junho de 2010

PARA A CORTE E SEUS BOBOS, BRASIL SERIA "CACHORRINHO RANHETA DO 3º MUNDO"

Celso Lungaretti (*)
O reaça-mor da Veja, Reinaldo Azevedo, finalmente encontrou quem pense exatamente igual a ele sobre o Governo Lula: uma articulista do Wall Street Journal chamada Mary Anastasia O'Grady.

Triunfalmente, deu-se ao trabalho de traduzir, publicar e comentar no seu blogue o artigo dessa Anastasia que não é nenhuma princesa, está mais para serviçal da Corte. O motivo de seu júbilo, RA trombeteou logo no título: ela, supostamente, "arrasa com a política externa de Lula".

As pessimamente traçadas linhas de A dança de Lula com os déspotas, da Anastasia sem nobreza, não passam de descarado lobby israelense contra a posição brasileira de resistir à imposição de sanções contra o Irã.

Israel quer porque quer abortar o programa nuclear iraniano, na suposição de que servirá para fabricar bombas atômicas.

ONU, EUA e países subservientes às paranóias israelenses se desmoralizam ao punirem apenas o Irã.

Pois, enquanto o mundo não colocar sob o mais rígido controle o arsenal nuclear de Israel, nação responsável pelos recentes massacre de palestinos (2008/09) e chacina de pacifistas (2010), não pode exigir nada de país nenhum.

A pior ameaça à humanidade, o governo mais bestial em relação a outras nações e outros povos, é exatamente o israelense, em razão de suas reações apocalípticas a qualquer agressão sofrida e da sua absoluta amoralidade, a ponto de haver oferecido ármas nucleares para a África do Sul no auge do apartheid.

O artigo da pistoleira de aluguel que tanto excitou RA diz:
"O mais recente exemplo de como o Brasil ainda não está pronto para figurar no horário nobre dos círculos internacionais se deu na semana passada, quando votou contra as sanções ao Irã no Conselho de Segurança da ONU. A Turquia foi a única parceira do Brasil neste constrangedor exercício. Mas a Turquia pode ao menos usar como desculpa suas raízes muçulmanas. Lula está levando a reputação do Brasil para o brejo só para a sua satisfação política pessoal".
Para bom entendedor, fica evidente que este é o único motivo para a peça propagandística ter sido redigida e veiculada no house organ do parasitismo financeiro, não o fato de Lula "defender e exaltar (...) alguns dos mais notórios violadores dos direitos humanos do planeta".

Se Ahmadinejad se dedicasse apenas a exterminar oposicionistas e homossexuais, não lançando ameaças (meramente retóricas, por enquanto) contra Israel, o estado judeu não daria a mínima para essas matanças -- abomináveis, sem dúvida, mas cuja escala foi muitíssimo inferior à do último pogrom israelense sobre Gaza.

É sempre bom lembrar: de uma tacada só Israel varreu 1.434 palestinos da face da Terra, enquanto os executados por denunciarem fraude eleitoral no Irã seriam, no máximo, 70.

Choca-me ver um jornalista brasileiro, por pior que seja, repercutindo panfletos estrangeiros contra o presidente e o ministro das Relações Exteriores do Brasil -- o primeiro tratado como "um político esperto que veio das massas mas ama o poder e o luxo" e o segundo, como "um intelectual notoriamente antiestadunidense e anticapitalista".

Pior ainda é o tratamento dado ao próprio Brasil, que a Anastasia publicista apresenta como "um país ressentido, um cachorrinho ranheta do 3º Mundo".

* Jornalista e escritor. http://naufrago-da-utopa.blogspot.com


sábado, 17 de abril de 2010

O fantasma do candidato Serra



O fantasma do candidato Serra

Por Urariano Mota (*)

Recife (PE) - Para comentar o discurso de Serra no lançamento de sua candidatura, temos que enfrentar dificuldades. Uma delas é o espaço da coluna e a boa vontade do leitor. É um discurso tão repetitivo, em círculos, que a cópia na página deixa a impressão de que foram coladas as mesmas palavras. Acompanhem, ou comecem a rodar:

“Alguns dias atrás, terminei meu discurso de despedida do Governo de São Paulo afirmando minha convicção de que o Brasil pode mais.... o Brasil, de fato, pode mais.... o Brasil pode ser muito mais do que é hoje.... o Brasil, meus amigos e amigas, pode mais.... Vamos juntos. O Brasil pode mais... Sim, meus amigos e amigas, o Brasil pode mais... Mas a Saúde pode avançar muito mais... Mas vai ter de crescer mais... Porque sabemos como fazer e porque o Brasil pode mais!.. Porque o Brasil, meus amigos e amigas, pode mais.... Vamos juntos, brasileiros e brasileiras, porque o Brasil pode mais.”

Nesse discurso, cercado por senhores que não primam nem se irmanam pela moralidade, o candidato faz uma pregação de fé para virtuosos. Apesar do tom sério e dos olhos arregalados, chega a ser mais que cômico, quando vemos Fernando Henrique e Roberto Freire, mais os bravos acólitos do DEM e do PSDB, ouvindo uma nova Oração aos Moços:

“O Brasil pertence aos brasileiros que trabalham; aos brasileiros que estudam; aos brasileiros que querem subir na vida; aos brasileiros que acreditam no esforço; aos brasileiros que não se deixam corromper; aos brasileiros que não toleram os malfeitos; aos brasileiros que não dispõem de uma ‘boquinha’; aos brasileiros que exigem ética na vida pública porque são decentes...”

Imaginem as caras contritas de Roberto Freire, que possui uma sinecura em São Paulo. Imaginem a cara de FHC que tinha encontros com jornalistas interessantes no apartamento do orador, que gerou filho, de Fernando, e pensão pagos por todos os brasileiros, e acrescentem mais as caras gordas e ociosas do DEM e PSDB, diante de tais exortações ao trabalho e ao estudo. “O meu reino não é desse mundo”, devem ter pensado. Mas o Brasil pode mais.

Entre suas grandezas políticas, Serra enumerou a proibição do fumo nos aviões, que mais tarde estendeu para os restaurantes paulistas, e falou sobre educação, com as platitudes mais banais, insulsas e medíocres:

“Eu vejo em cada criança na escola o menino que eu fui, cheio de esperanças, com o peito cheio de crença no futuro. Quando prefeito e quando governador, passei anos indo às escolas para dar aula (de verdade) à criançada da quarta série.... No país com que sonho para os meus netos, o melhor caminho para o sucesso e a prosperidade será a matrícula numa boa escola, e não a carteirinha de um partido político. E estou convencido de uma coisa: bons prédios, serviços adequados de merenda, transporte escolar, atividades esportivas e culturais, tudo é muito importante e deve ser aperfeiçoado. Mas a condição fundamental é a melhora do aprendizado na sala de aula...Esse é um compromisso”.

De que estado veio José Serra? Mais, qual a educação que ele deu a São Paulo? Mais: como pode falar em “melhora do aprendizado na sala de aula”, quando São Paulo possui um dos piores índices de aprendizagem do Brasil? Com que cara ousa dizer que se revê em meninos que não sabem ler, escrever nem contar, mas têm índices de aproveitamento falseados nas provas? Mas o Brasil quer mais, e por isso o bom Serra prega:

“Quem governa, deve acreditar no planejamento de suas ações. Cultivar a austeridade fiscal, que significa fazer melhor e mais com os mesmos recursos. Fazer mais do que repetir promessas. O governo deve ouvir a voz dos trabalhadores e dos desamparados, das mulheres e das famílias, dos servidores públicos e dos profissionais de todas as áreas”

Não foi assim que ele agiu com os servidores da educação, aquela educação com que sonha para os futuros netinhos. Não os ouviu, aos servidores, nem a seus gritos, quando lhes aplicou a pedagogia da polícia, que mandou firme nos mestres. Aliás, mais: os professores, diretores e alunos jamais foram ouvidos, nessa curva da “austeridade fiscal, que significa fazer melhor e mais com os mesmos recursos”, quando o seu governo educou assinaturas milionárias para as revistas da Abril e jornais Folha de São Paulo para todas as escolas.

Mas há uma explicação para as caras fora do script do candidato nesse discurso cômico: Serra leu o texto de um ghost-writer, um fantasma que escreveu hipocrisias ao redor do mantra "o Brasil pode mais, porque você pode mais”. Esse foi o mesmo slogan de Alckmin, derrotado por Lula há quatro anos. Serra começou bem. A comédia é boa.

*Urariano Mota é jornalista e escritor. Autor do livro "Soledad no Recife", recriação dos últimos dias de Soledad Barret, mulher do Cabo Anselmo, executada pela equipe de Fleury com o auxílio de Anselmo. Urariano é pernambucano, nascido em Água Fria e residente em Recife. É colunista do site "Direto da redação" e colaborador do blog "Quem tem medo do Lula?"

A imagem é uma criação do nosso colaborador André Lux com base na capa real da "Veja"  deste final de semana, em que Serra (ou seria Nosferatu?) aparece se achando sexy. Confira aqui. É um legítimo panfleto publicitário. Escancararam.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Ibope e Veja - Gato por lebre

Ibope e Veja - Gato por lebre


Por Laerte BragaEm 1998, Augusto Montenegro, dono do IBOPE, o braço do grupo THE GLOBE no campo de pesquisas de opinião pública, afirmou a vários jornalistas que se Christóvam Buarque de Holanda não fosse reeleito governador de Brasília, segundo turno, disputa com Joaquim Roriz, ele rasgaria seu diploma de pesquisador.


Christóvam perdeu. Montenegro continua fazendo pesquisas e vendendo empulhação aos brasileiros.


Há alguns atrás o dono do SBT (Sistema Brasileiro de Televisão, Sílvio Santos, desconfiou das pesquisas do IBOPE em torno dos níveis de audiência das redes nacionais de televisão. Contratou um outro instituto e os desníveis entre os resultados de um e outro eram de tal ordem que, Sílvio Santos denunciou que o IBOPE trabalhava com cartas marcadas, num sistema que consistia em instalar uma aparelhinho em alguns televisores em São Paulo, aparelhinhos esses capazes de determinar que canal estava sendo assistido. As pessoas aquinhoadas com o tal aparelhinho recebiam por isso.


O modo GLOBO de fazer as coisas. Comprar, quando não é possível chantagear ou esfolar.


As últimas pesquisas de opinião sobre índices de audiência das redes de tevê mostram uma queda sistemática da audiência da GLOBO, isso em termos anuais. São perdas constantes. O dado foi relevado, mostrado, pouco discutido, omitido pela empresa, mas um ou outro aspecto importante deixou de ser apresentado. A audiência da GLOBO cai ano a ano, no todo da programação e na média, enquanto aumenta o número de aparelhos desligados.


Tudo isso foi constatado pelo IBOPE. Daí a política de uma programação apelativa, mais ou menos como a rede fez no início de sua trajetória, na procura de um espaço para crescer.


Augusto Montenegro disse que José Collor Arruda Serra está eleito presidente, levando em conta os dados da última pesquisa.


Embuste puro. A simples exibição ou divulgação dos percentuais não mostra a totalidade do significado da pesquisa. Dilma Roussef subiu oito pontos e Serra caiu. Dilma começa a crescer de forma espantosa no Norte, Nordeste e Cetro-Oeste do País, onde bate Serra tranquilamente e registra crescimento na parte européia/norte-americana do Brasil, Sul e Sudeste. Não registra, no entanto, que para vencer as eleições José Collor Arruda Serra precisa, primeiro, vencer batalhas entre seus próprios aliados, temerosos que o candidato continue em queda e não consiga reverter a situação, até levando em conta que Dilma terá tempo maior na tevê.


Boa parte dos políticos regionais do DEM e mesmo do PSDB já deixaram claro que não vão se empenhar pela candidatura de Arruda Serra, mas salvar suas próprias peles.


E há o fator Minas Gerais. O segundo maior colégio eleitoral do País é um desafio para Arruda Serra (careca e carequinha). As desesperadas tentativas de seduzir o governador Aécio Neves para aceitar ser vice do paulista podem produzir efeito contrário. Boa parte do eleitorado mineiro começa a se deslocar da intenção de voto em Arruda Serra para o voto em Dilma. Se Aécio aceitar o acordo transforma-se numa barata que vai ser esmagada no dia seguinte ao da eleição. Se não aceitar sobrevive e para sobreviver já percebeu que precisa dar as costas a Arruda Serra. É briga de foice no escuro como se diz em Minas.


Para vencer, Arruda Serra precisa ter pelo menos 70% dos votos em São Paulo, o que parece improvável (nem vai mais às ruas temendo vaias) e ganhar em Minas com boa diferença (outra dificuldade). Setores do próprio DEM mineiro já disseram que vão com Aécio e ir com Aécio significa não ir com Serra. Pelo menos até agora.


O crescimento da candidatura Dilma Roussef no Nordeste, Norte e Centro-Oeste do País faz com que candidatos a deputado estadual, deputado federal e senador (duas vagas) nos estados dessas regiões comecem a falar “não vou carregar um caixão”, aludindo à candidatura Arruda Serra. O candidato da Casa Branca perde nos três maiores contingentes eleitorais do Nordeste, Bahia, Pernambuco e Ceará.


Outro complicador e dos grandes, é o Rio Grande do Sul. Estado de forte presença das forças de direita e um perfil eleitoral complicado, eleições sempre apertadas, Arruda Serra enfrenta o problema Yeda Crusius. A governadora, até agora, não desistiu de ser candidata à reeleição, vive as mesmas dificuldades que Arruda (só não está presa, mas a hipótese não pode ser descartada) e o ex-ministro da Justiça, Tarso Genro, tem todas as chances de ser o próximo governador. É um expressivo contingente eleitoral em termos de Brasil. A candidatura de Dilma Roussef cresceu no estado.


O ex-governador Olívio Dutra (seria o candidato ideal do PT) deve disputar o Senado e levar uma das vagas, o que agrava, mais ainda, as dificuldades de Arruda Serra.


Daí o empenho de Augusto Montenegro em tentar criar um fato consumado, a vitória de Arruda Serra, tal e qual fez diversas vezes não no seu papel de presidente de um instituto de pesquisas, mas de um braço do marketing tucano/DEM, sob a batuta da REDE GLOBO, principal cabo eleitoral de Arruda Serra.


Como coadjuvante a revista VEJA sai neste fim de semana com a ministra Dilma Roussef na capa. Dá conta de sua aceitação no PT, enquanto resvala nas análises para o jogo sujo sobre o passado de Dilma. Ter sido guerrilheira.


Nem uma palavra sobre Arruda Serra ter sido presidente da UNE, pertencer a grupos radicais de esquerda e quando preso no Chile, ter sido salvo (seria executado no estádio Nacional) por interferência direta do embaixador brasileiro (época da ditadura), a pedido de seu amigo Fernando Henrique Cardoso. FHC àquela época era o falso exilado. Vendia o peixe da esquerda para o distinto público, recebia dinheiro norte-americano da Fundação Ford e gozava de todas as regalias de “general” Anselmo. Ou seja, figura comprada pelos que controlavam e controlam ainda boa parte das forças armadas brasileiras (os norte-americanos).


As afirmações de Montenegro, a capa de VEJA e o conteúdo da matéria sobre Dilma dão a dimensão do que a candidata do PT vai enfrentar no curso da campanha eleitoral. A sórdida campanha de dossiês e “caravanas da cidadania” globais, que englobam toda a grande mídia brasileira, na tentativa de eleger a qualquer custo o candidato da Casa Branca, José Collor Arruda Serra.


Se FHC é um pobre coitado que vive hoje o dilema de não ser nada, apenas ex, o político brasileiro mais rejeitado (mais que Maluf por exemplo), José Collor Arruda Serra é o que há de mais repugnante em matéria de político e repulsivo como pessoa.


Quando João Pedro Stédile, numa entrevista lúcida durante o Fórum Social Mundial falou da necessidade de “reflexão” sobre o momento político sobre o Brasil, não estava dando nenhum passo atrás como pretendem setores irracionais da esquerda do quanto pior melhor (a política das pequenas seitas partidárias e do movimento social).


Eleições não vão transformar o trabalhador brasileiro em senhor do seu destino.. Nem vão promover as mudanças necessárias para que o Brasil seja um gigante de pé sem riscos de retrocesso.


Mas José Collor Arruda Serra é um retrocesso e por isso mesmo João Pedro disse que o MST é “contra Serra”, quando perguntado se o movimento era a favor da candidatura Dilma Roussef.


IBOPE e VEJA como que deram a partida na mídia do processo eleitoral. A preliminar. O gigante do “negócio”, da “mentira” ainda vai entrar em campo, está no aquecimento, falo da REDE GLOBO.


Quem quiser ver a íntegra da pesquisa do IBOPE, as entrelinhas que a turma esconde, é só dar um pulo em


http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia=124420&id_secao=1


Que num trabalho de Bernardo Joffilly vai encontrar tudo explicadinho, os dados reais do próprio IBOPE (pesquisas são registradas de acordo com a lei) que desmentem o presidente do IBOPE. Lá tem até mapinha com os dados do IBOPE.


O que é redundância. Desmentir Montenegro. Não fala a verdade e nem sabe o que isso.


A propósito, o distinto cidadão já procurou saber a historinha real do controle remoto no Brasil? Do empenho de Roberto Marinho junto aos ditadores para que o aparelhinho fosse proibido durante um largo período por aqui para evitar exatamente que o telespectador não tivesse que levantar para trocar de canal? Ou seja, aceitar resignado a GLOBO?


E o cara era chamado de paladino do progresso. Mas só dele.


Laerte Braga é jornalista. Nascido em Juiz de Fora, onde mora até hoje, trabalhou no "Estado de Minas" e no "Diário Mercantil". É colaborador do blog "Quem tem medo do Lula?".

domingo, 27 de dezembro de 2009

INFÂMIA NATALINA: A "veja" CONTINUA SE DESCONSTRUINDO














veja QUANTA SORDIDEZ!




A foto da direita foi escancarada pela “veja”; a da esquerda mostra o que lhe convém esconder.


Por Celso Lungaretti


Em sua retrospectiva de final de ano, a ex-revista veja dedicou página dupla ao Caso Battisti, mas o texto ocupa apenas um oitavo do espaço do panfleto Bem-vindo, terrorista!.


O restante é tomado por uma foto enorme do escritor em, segundo a Veja, "alegre convescote com um grupo de parlamentares do PT, PCdoB e PSOL".


A foto foi tirada em 23 de novembro último, sexto dia da greve de fome de Battisti.


Percebe-se claramente que ele está combalido; afinal, antes mesmo de iniciar o jejum, já vinha perdendo forças, por causa da depressão. Vomitava quase tudo, dormia pouco, emagrecera cinco quilos.


Outras fotos batidas na mesma ocasião evidenciam ainda mais suas péssimas condições físicas e seu abatimento. Mas a Veja, claro, optou por aquela em que Battisti se forçou a sorrir, para corresponder ao esforço que os senadores e deputados faziam para o animar.


O objetivo do "alegre convescote", na verdade, era o de convencê-lo a sair da greve de fome, pois não havia esperança de que seu caso tivesse solução imediata.


Nela prosseguir seria cavar sua sepultura, quando tudo caminha para um desfecho em que a Justiça e as leis brasileiras prevalecerão -- embora com lentidão exasperante.


Deveria ter sido libertado em janeiro de 2009, quando o Governo brasileiro lhe concedeu o refúgio que estava apto a conceder.


Amargará, provavelmente, um ano e meio de PRISÃO ILEGAL, apenas e tão somente porque o Supremo Tribunal Federal passa pelo período mais desastroso de sua História.


A ditadura militar foi para a lixeira em 1985 e, incrivelmente, TEMOS HOJE UM PRISIONEIRO POLÍTICO, por DECISÃO ARBITRÁRIA de Gilmar Mendes e do seu escudeiro Cezar Pelluso.


É o que afirma, p. ex., o maior jurista brasileiro vivo, Dalmo de Abreu Dallari, perto de quem tal dupla é menos do que pó de traque.


Isto é que caberia à imprensa esclarecer -- mas, igualmente passando por sua fase mais desastrosa em todos os tempos, ela não o faz.


E a veja tem lugar destacado entre os linchadores midiáticos, ao lado da Folha de S. Paulo e da Carta Capital.


Sua sordidez chega ao ponto de escancarar uma foto dessas, omitindo a situação dramática que lhe deu origem!


O tipo de jornalismo que ora desenvolve tem como grande inspirador Joseph Goebbels.


Deveria ser um paradoxo, já que pertence a uma família de judeus.


Mas, face ao que Israel se tornou, tem tudo a ver: veja faz lobby pelo linchamento de Battisti tanto quanto mascara e justifica a política genocida que o estado judeu mantém contra os palestinos.


Como consequência, cada vez mais vai perdendo credibilidade, leitores, assinantes e anunciantes. Se já é uma ex-revista do ponto de vista jornalístico, marcha para sê-lo também em termos físicos.


Quem viver, verá.


Colaboração enviada para o "Quem tem medo do Lula?" por Celso Lungaretti, jornalista, escritor e ex-preso político. Celso mantém o blog "Náufrago da Utopia" e é autor de livro homônimo sobre sua experiência durante a ditadura militar.

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