O MEDO QUE A ELITE TEM DO POVO É MOSTRADO AQUI
A Universidade de Coimbra justificou da seguinte maneira o título de Doutor Honoris Causa ao cidadão Lula da Silva: “a política transporta positividade e com positividade deve ser exercida. Da poesia para o filósofo, do filósofo para o povo. Do povo para o homem do povo: Lula da Silva”
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segunda-feira, 14 de março de 2011
Conselhos de estatais engordam salário de aliados do Palácio dos Bandeirantes
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Um deus inca em São Paulo
Por Urariano Mota (*)
O aniversário da cidade de São Paulo, nessa última terça-feira, me faz ir um pouco mais longe, até 1977. Nesse ano, quando em São Paulo desci os pés, tive a sorte de conseguir trabalho no Jornal da Semana, que era editado pelo escritor Raduan Nassar. Raduan, então, somente havia publicado Lavoura Arcaica. Na época, a minha reportagem remunerada consistia em escrever crônicas como freelancer para o jornal, e nada mais. Raduan e família, dona da cadeia de supermercados Bazar 13, até que pagavam bem, mas, diabo, as minhas 20 linhas semanais não valiam mais que o pouco chumbo impresso.De passagem devo anotar que nesse tempo o estado de ânimo e de matéria – alma e prata - deste repórter era o pior possível. Para terem uma idéia do quanto, este que lhes escreve somente respondia cartas que viessem com selos adicionados no interior do envelope. No entanto, não sei se em razão de raiva ou de maior desespero, o texto que recupero a seguir não demonstra bem a carência de dinheiro no espírito do repórter. Eu era um atleta sonhador nesses belos dias paulistanos: percorria, passeava a pé mais de 9 horas, em rigoroso regime de calorias, por inúmeros e infindáveis quilômetros, da Vila Maria a Pinheiros. Entre ladeiras, ruas curvas e retíssimas avenidas, não posso dizer que conheço a cidade, pois São Paulo é muito grande. Mas posso informar que sempre observei a bela paisagem dos edifícios, sob um céu invariavelmente cinza. E chega de nariz de cera, vamos ao trabalho. O texto que recupero é este:
sábado, 15 de janeiro de 2011
Vídeo: repressão da PM contra estudantes em São Paulo (13/1)
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Tucanos culpam Deus pelas enchentes em SP
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Programa eleitoral: convicção ou interesse?
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Hoje é o Dia do Professor... Se Serra der o presente de hábito, durante 4 anos, será que os nossos mestres aguentam?
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Serra, que agora posa de "ecologista", representou retrocesso ambiental na Prefeitura e no Governo de São Paulo
Ana,
Como prefeito e governador, o Serra foi retrocesso, porque aqui em São Paulo ele mandou fechar as fontes de água para que os excluidos saíssem do centro da cidade. Forma nazista de matar os coitados (criaturas de Deus, como nós também somos). Veja (nas fotos abaixo) que aí tem uma pequena amostra de como anda o meio ambiente por aqui. Creio que a Marina não tem conhecimento de como ele trata essa causa. De como ele trata as nascentes dos principais rios da cidade de São Paulo e do cinturão verde. Trato este que agora está acabando com a vegetação nos entornos do rodoanel. E não é feito o replantio.
O meu bairro está localizado entre os maiores lençóis freáticos e mananciais da bacia do Rio Aricanduva e outros afluentes do Rio Tiête, que desde suas nascentes estão sendo violentados. E, inclusive, a própria secretária do meio ambiente me disse: "O governo Serra não libera verba para que seja feito um trabalho de recuperação". E, lamentavelmente, só a mídia, TV Globo e outros canais de TV, teriam força para rever esta situação. Mas, claro, não têm interesse algum nisto.
Depois de 16 anos de PSDB, assim caminha São Paulo... É isso o que você quer pro Brasil?
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
terça-feira, 14 de setembro de 2010
sábado, 11 de setembro de 2010
A história de Mercadante (vídeo)
Agradeço ao companheiro Eder Tesio pelo envio do vídeo.
sábado, 28 de agosto de 2010
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
segunda-feira, 26 de julho de 2010
O sucateamento da saúde pública em São Paulo

pública em São Paulo
O processo de terceirização e privatização implementado por governos tucanos em São Paulo repetem o padrão das políticas que FHC e Serra fizeram enquanto estiveram no governo federal: sucateamento e pauperização crescentes das estruturas públicas, principalmente as hospitalares e educacionais, e desvalorização de seus funcionários, para que o argumento privatizador pudesse encontrar respaldo junto à população em geral, com o devido apoio das corporações midiáticas. E assim foi. E assim continua sendo São Paulo.
Por Gilson Caroni Filho (*) e João Paulo Cechinel Souza (**)
Desde 1998, com a eleição de Covas e a edição/promulgação de um projeto de lei pelo então presidente FHC, as Organizações Sociais (OSs) passaram a gerir uma série de instituições hospitalares Brasil afora, mas encontraram no Estado de São Paulo seu porto pacífico.
A partir de então, os hospitais e serviços de saúde, que vinham sendo administrados diretamente pelas autarquias municipais e estaduais tiveram seu gerenciamento progressivamente terceirizado, privatizado – sempre pelas mesmas (e poucas) empresas (OSs), e sempre sem licitação.
O esquema, de contratos milionários, envolve aquilo que FHC e Serra fizeram enquanto foram gestores federais: sucateamento e pauperização crescentes das estruturas públicas, principalmente as hospitalares e educacionais, e desvalorização de seus funcionários, para que o argumento privatizador pudesse encontrar respaldo junto à população em geral, com o devido apoio das corporações midiáticas.. E assim foi. E assim continua sendo São Paulo.
Serra deixou à míngua o renomado Instituto do Câncer Dr. Arnaldo Vieira de Carvalho (IAVC), forçando os profissionais a pedirem demissão pela falta de condições dignas de trabalho no local, relegando a segundo plano o tratamento dos pacientes que lá procuram auxílio. Preferiu deixar de lado um centro de excelência para inaugurar o resplandecente e novo Instituto do Câncer de São Paulo Octávio Frias de Oliveira (ICESP), só para homenagear seu padrinho midiático, aquele cuja família lhe oferece a logística de um jornal diário e a metodologia favorável do Datafolha.
Infelizmente, até hoje o ICESP não funciona plenamente, os profissionais de saúde têm dificuldades imensas para encaminhar para lá os doentes que dele precisam e os pacientes do IAVC continuam com sérios problemas para conseguirem ter sua saúde recuperada.
Por conta dessa mesma terceirização da saúde pública paulista e paulistana, o vírus da dengue encontrou em São Paulo um grande apoio governamental. Minimizando a atuação das Unidades Básicas de Saúde (UBS) na prevenção de diversos problemas de saúde, subestimando o fator pluviométrico e seu poder disseminador de doenças, a Prefeitura Municipal de São Paulo demitiu centenas de agentes de combate às zoonoses, essenciais para o controle da doença.
A responsabilidade pelo aumento de quase 4.000% no número de casos de dengue na cidade é debitada na conta da população que não está à altura da arquitetura inovadora do tucanato. Sem contar os assombrosos índices de contaminação nas cidades de São José do Rio Preto e Ribeirão Preto, todas administradas por políticos com ideias semelhantes às dos prefeitos paulistanos Serra-Kassab – e por eles apoiados.
Não bastasse tamanho descalabro, delegou às OSs a administração de diversas UBS, prejudicando, sobremaneira, a inserção das equipes de Estratégia de Saúde da Família (ESF) no Estado, onde podemos encontrar um enorme vácuo no mapa brasileiro no que diz respeito à sua efetiva implementação. A saber, as equipes de ESF são inseridas tendo em vista, basicamente, o contingente populacional a ser atendido. Com base nisso, São Paulo deveria ser o Estado com maior número de equipes – justamente o contrário ao que se constata na realidade.
No que diz respeito às estratégias de atendimento primário à saúde, Serra fragmentou todo o atendimento prestado pelas UBS, esperando, assim, reinventar a roda – e, com ela, quem o legitimasse publicamente. Essa foi a lógica que o levou a criar o “Dose Certa”, o “Mãe Paulistana” e as unidades de Atendimento Médico Ambulatorial (AMAs), que, reunidos, constituem, justamente, o que se chama no resto do Brasil de ESF.
Mas a farsa de José Serra não tem começo tão recente. Antes de redescobrir a pólvora no atendimento primário, já estava chamando para si os louros do programa dos Genéricos, verdadeiramente criado pelo médico e então Ministro da Saúde Jamil Haddad (PSB/RJ) em 1993, que, atendendo a orientações da Organização Mundial de Saúde, editou e promulgou o Decreto-Lei 793. Este sim, revogado integralmente por FHC e Serra em 1999, foi posteriormente reeditado por eles mesmos (lei 9.787/99 e decreto 3.181/99), acrescentando, vejam que pequeno detalhe, inúmeras concessões às grandes indústrias farmacêuticas.
Presidente de honra do PSB, Jamil Haddad faleceu em 2009, divulgando a todos quantos quiseram ouvi-lo que sua ideia fora usurpada por Serra e seu respectivo partido. Faltou, obviamente, o prestimoso apoio da mídia corporativa para divulgar suas denúncias.
Da mesma forma, Serra se “esquece” de mencionar outros atores importantes e nada coadjuvantes quando se refere ao Programa Nacional de Combate à AIDS. Relata sempre que foi o mais importante, senão o único, agente responsável pela implantação do Programa, tentando obscurecer os trabalhos fundamentais desenvolvidos desde meados da década de 80 pelos médicos Pedro Chequer, Euclides Castilho, Luís Loures e Celso Ferreira Ramos Filho, além da coordenação realizada dentro do Ministério da Saúde, no início da década seguinte, pelo ex-ministro Adib Jatene e pela bióloga Dra. Lair Guerra de Macedo Rodrigues.
Tanto esforço não valeu muito no município de São Paulo, que parece não ter feito a lição de casa no que diz respeito à redução da mortalidade associada à AIDS nos últimos anos – entre o final da gestão Serra e o começo da gestão Kassab (2008-2009). Segundo dados da própria Secretaria Municipal de Saúde, houve um aumento do número de óbitos pela doença no município, contrariamente ao que aconteceu no resto do país.
Muito embora essa mistura de hipocrisia e obscurantismo seja maquiada pela grande imprensa ao divulgar os feitos tucanos na área da saúde, contra ela existem fatos concretos e objetivos. E sobre isso Serra não pode fazer nada. Sobra-lhe a opção de negar sua existência ou pedir à Folha de São Paulo que reescreva a história da forma que lhe parece mais conveniente. Talvez não seja interessante para sua candidatura que se descubra o real sentido do que promete. Quando fala em acabar com as filas para a saúde estamos diante de uma proposta de modernização gerencial ou uma ameaça de extermínio? É uma dúvida relevante.
Charge: Bira Dantas
terça-feira, 13 de julho de 2010
Zé e a canoa furada
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Por causa de Serra, São Paulo não sediará a Copa em 2014
O presidenciável tucano José Serra não dá mesmo sorte ao país.
Por que a Fifa não aprovou o estádio do Morumbi para sediar a abertura da Copa em 2014?
Muitos motivos técnicos foram apresentados pela Comissão Avaliadora, porém, é certo que o "inferno astral" de Serra não é um deles para a justificar essa derrota.
Sorte dos mineiros que ganharão esse privilégio. Azar dos paulistas, os únicos que ainda acreditam na "locomotiva do país".
Além de ser o "anti-Lula", o tucano é pé-frio, também!
Roder
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Serra e a continuidade da mudança
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Aumento para pedágio e surra para professor
As concessionárias fizeram greve? Não!!!
Os caras não constroem nada, pegam a rodovia novinha, e ainda com um pedágio muito mais alto que os federais, e ainda tem um aumento acima da inflação.
Agora professores e policiais tomaram surra, e ainda processo! Depois do artigo sobre o aumento de pedágios, segue um vídeo de quando o Desgoverno Serra jogou policiais militares e civis uns contra os outros (2008). Vale a pena lembrar!! Mas o DNA tucano é isso benevolências para as concessionários e porrada para quem cuida da educação e da segurança!!
Vai votar no José Serra? Pedágios novos terão reajuste maior na tarifa
Os valores dos preços dos pedágios nas estradas estaduais de São Paulo — que serão reajustados no próximo dia 1º de julho — vão subir mais nas praças novas de cobrança, localizadas nas rodovias recém-concedidas pelo governo estadual do PSDB. Os novos locais de pedágio vão ter um aumento superior a 5%, que poderá chegar a até 6%. Nos mais antigos, o aumento já foi definido e será de 4,18%.
Na região de Campinas, o aumento entre 5% e 6% vai ser aplicado nas rodovias D. Pedro I (SP-65) e General Milton Tavares de Souza (SP-332), administradas pela Rota das Bandeiras, e na Rodovia Jornalista Francisco Aguirre Proença (SP-101), a Campinas - Monte Mor, concedida à Rodovias do Tietê.
O aumento deve ser maior nas pistas recém-concedidas porque os últimos contratos assinados pelo governo José Serra (PSDB) adotam como base de reajuste o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esse índice já acumula 5,26% no período de junho do ano passado a abril deste ano. Falta incluir o índice de maio, que será anunciado na semana que vem, em 15 de junho.
O cálculo final dos preços que serão praticados a partir de julho nas novas praças será feito depois dessa definição pela Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp).
Fonte: JC Rio Claro
terça-feira, 8 de junho de 2010
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